Arquivos Hormônios - dramarynalandim.com.br https://dramarynalandim.com.br/category/hormonios/ Medicina Preventiva Fri, 25 Sep 2026 09:46:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://dramarynalandim.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-Ativo-6M-32x32.png Arquivos Hormônios - dramarynalandim.com.br https://dramarynalandim.com.br/category/hormonios/ 32 32 Dor muscular e articular na menopausa: por que o corpo começa a doer depois dos 40? https://dramarynalandim.com.br/dor-articular-na-menopausa/ https://dramarynalandim.com.br/dor-articular-na-menopausa/#respond Fri, 25 Sep 2026 09:46:40 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=4221 Você acorda e sente o corpo mais rígido. O ombro começa a incomodar para vestir uma blusa. Depois do treino, a recuperação parece levar mais tempo. Surgem dores nas articulações que você não costumava sentir. E então aparece uma explicação rápida: “É a idade.” Mas será que uma mulher de 45 ou 50 anos deveria […]

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Você acorda e sente o corpo mais rígido. O ombro começa a incomodar para vestir uma blusa. Depois do treino, a recuperação parece levar mais tempo. Surgem dores nas articulações que você não costumava sentir.

E então aparece uma explicação rápida:

“É a idade.”

Mas será que uma mulher de 45 ou 50 anos deveria simplesmente aceitar que começou a sentir dor porque envelheceu?

Eu não gosto de usar a idade como diagnóstico.

Principalmente quando várias mudanças começam a acontecer justamente durante uma fase de profundas transformações hormonais: o climatério.

Dor no corpo pode ter relação com a menopausa?

Pode existir uma relação. E ela vem recebendo cada vez mais atenção da ciência.

Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2026, reunindo 37 estudos e mais de 93 mil mulheres, encontrou dor muscular ou articular em aproximadamente 57% das mulheres na perimenopausa e 59% na pós-menopausa. Entre as mulheres na pré-menopausa, a prevalência encontrada foi de 40%.

Os próprios pesquisadores fazem uma ressalva importante: os estudos analisados são observacionais, apresentam heterogeneidade considerável e ainda não permitem estabelecer uma causa única para essas dores.

Ou seja, isso não significa que toda dor depois dos 40 seja causada pela menopausa.

Mas também significa que o contexto dessa transição merece ser considerado quando investigamos uma mulher nessa fase da vida.

E essa transição pode começar antes do que muita gente imagina. Alterações no ciclo, sono, humor e disposição podem surgir ainda na perimenopausa. Neste outro artigo, explico quais são os sintomas da perimenopausa e como eles podem aparecer antes da menopausa.

“Comecei a sentir dor em tudo depois dos 40”

Essa é uma frase que merece atenção.

Algumas mulheres percebem dores articulares, rigidez, desconforto muscular ou uma recuperação mais difícil depois das atividades físicas.

Outras não conseguem apontar exatamente onde está o problema. Apenas sentem que o corpo “não responde mais como antes”.

E existe um detalhe importante: essas mudanças podem acontecer ao mesmo tempo em que surgem alterações no sono, na composição corporal, na disposição, no humor e no nível de atividade física.

Por isso, olhar somente para o local que dói nem sempre conta a história inteira.

A pergunta que eu gosto de fazer é:

o que mais estava mudando no seu corpo quando essa dor começou?

E o famoso “ombro congelado”?

A capsulite adesiva, popularmente conhecida como ombro congelado, provoca dor e redução progressiva dos movimentos do ombro.

Atividades aparentemente simples, como colocar o sutiã, vestir uma blusa, pentear o cabelo ou dormir sobre aquele lado, podem se tornar difíceis.

Ela ocorre com maior frequência na meia-idade e tem associação conhecida com algumas condições metabólicas, como diabetes. Pesquisadores também vêm estudando se alterações hormonais poderiam participar desse cenário.

Mas precisamos tomar cuidado com conclusões precipitadas.

Não podemos afirmar que a queda do estrogênio seja a causa do ombro congelado.

Essa distinção é importante porque existe uma tentação de atribuir qualquer sintoma que apareça depois dos 40 aos hormônios.

E esse também seria um erro.

O ombro precisa ser investigado.

A mulher que sente aquele ombro também.

Menopausa não pode virar explicação para qualquer dor

Se uma mulher no climatério chega ao consultório com dor, não basta concluir:

“São os hormônios.”

Dor pode estar relacionada a lesões, sobrecarga, alterações ortopédicas, doenças reumatológicas, condições metabólicas, alterações da tireoide, sedentarismo, perda de massa muscular e diversas outras situações que precisam ser avaliadas de acordo com cada caso.

O que eu defendo é outra coisa:

investigue a dor, mas investigue também a mulher que está sentindo essa dor.

Quando começou?

O que mudou naquela época?

Como está o sono?

Ela perdeu força ou massa muscular?

Como está sua rotina de exercícios?

Houve mudança na composição corporal?

Existem outros sintomas do climatério?

Há alguma condição metabólica associada?

Às vezes, uma mudança aparentemente localizada acontece em um período no qual muitas outras coisas também estão se transformando.

Um exemplo é a composição corporal. Durante a transição menopausal, pode haver maior tendência ao acúmulo de gordura abdominal e mudanças na massa muscular. No artigo sobre gordura visceral na menopausa, explico por que olhar somente para o peso na balança pode esconder mudanças importantes no metabolismo e na composição corporal.

O sono também entra nessa conversa

Existe ainda uma relação que costuma passar despercebida: sono e dor influenciam um ao outro.

Uma noite ruim pode aumentar a sensibilidade à dor. A dor, por sua vez, pode dificultar o sono. No dia seguinte, o cansaço pode diminuir a disposição para se movimentar e se exercitar.

Quando isso se repete, cria-se um ciclo difícil de interromper.

E o sono merece atenção especial durante o climatério. Insônia, despertares frequentes e alterações respiratórias noturnas não deveriam ser automaticamente normalizados como parte da idade.

Já escrevi sobre essa relação no artigo Insônia na menopausa e risco cardíaco: o que acontece quando o sono e os hormônios entram em colapso ao mesmo tempo.

Por isso, quando uma mulher me fala de dor, eu também quero saber:

como você está dormindo?

Massa muscular depois dos 40 não é apenas uma questão estética

Existe outro ponto que considero fundamental nessa conversa.

Músculo não serve apenas para definir o corpo.

Preservar força e massa muscular está relacionado à funcionalidade, saúde metabólica, proteção óssea e manutenção da autonomia ao longo dos anos.

Por isso, uma mulher que começa a perder força, reduz sua atividade física porque sente dor e passa a se movimentar cada vez menos pode entrar em um ciclo que merece atenção.

A atividade física continua sendo uma das estratégias mais importantes para a saúde durante e depois da transição menopausal.

Isso não significa treinar ignorando a dor.

Significa descobrir a causa, adaptar quando necessário e encontrar maneiras seguras de continuar construindo capacidade física.

E o que fazer com as dores depois dos 40?

A primeira resposta não deveria ser simplesmente aprender a conviver com elas.

Também não existe uma solução única.

Dependendo da causa e da avaliação individual, a estratégia pode envolver fortalecimento muscular, atividade física regular, fisioterapia, alimentação adequada, ingestão suficiente de proteínas, melhora do sono, manejo do estresse e tratamento das condições clínicas identificadas.

Quando existe deficiência de algum nutriente, ela também deve ser avaliada dentro do contexto clínico. A vitamina D, por exemplo, participa da saúde óssea e de outras funções do organismo, tema que explico com mais detalhes no artigo Qual o papel da vitamina D no nosso corpo?.

Mas isso não significa suplementar indiscriminadamente.

A estratégia precisa nascer daquilo que aquela mulher realmente precisa.

E a terapia hormonal melhora essas dores?

Essa é uma pergunta importante porque parece intuitivo pensar:

“Se a dor apareceu quando os hormônios mudaram, basta repor os hormônios.”

A resposta é mais complexa.

A terapia hormonal da menopausa pode ser indicada para determinadas mulheres e sintomas, considerando benefícios, riscos, idade, tempo desde a menopausa, histórico clínico e preferências individuais.

Mas dor muscular ou articular isoladamente não deve ser tratada como indicação automática para terapia hormonal.

A existência de uma associação entre transição menopausal e sintomas musculoesqueléticos não significa que o estrogênio seja a única causa da dor nem que repô-lo resolva todos os casos.

Esse é justamente um dos motivos pelos quais uma avaliação individualizada é tão importante.

Seu corpo não “venceu” aos 40

Talvez esse seja o ponto mais importante desta conversa.

Uma mulher começa a sentir dor, dormir pior, perder força, perceber mudanças na barriga e ter mais dificuldade para se recuperar do exercício.

Quando cada sintoma é observado separadamente, ela pode passar por diferentes avaliações e ainda continuar com a sensação de que ninguém conseguiu juntar as peças.

Nem sempre haverá uma única explicação.

Mas existe uma diferença enorme entre dizer:

“Isso é da idade.”

e perguntar:

“O que estava mudando no seu corpo quando tudo isso começou?”

O climatério não chega apenas em forma de fogacho.

Para algumas mulheres, a mudança pode aparecer no sono. Para outras, no ciclo menstrual, na composição corporal, no humor ou na maneira como o corpo responde ao exercício.

E algumas começam a perceber dores que antes não faziam parte da rotina.

Isso merece investigação, não normalização.

Se você passou dos 40 e percebe que seu corpo mudou, surgiram dores que antes não existiam ou vários sintomas começaram a aparecer juntos, uma avaliação individualizada pode ajudar a entender o que está acontecendo.

Agende sua consulta com a Dra. Maryna Landim Borges.

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Resistência insulínica em mulheres: o diagnóstico que ninguém suspeita quando a balança está normal https://dramarynalandim.com.br/resistencia-insulinica-em-mulheres/ https://dramarynalandim.com.br/resistencia-insulinica-em-mulheres/#respond Fri, 24 Jul 2026 17:21:52 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=4197 Você faz tudo certo. Come com cuidado, mantém um peso razoável, tenta dormir bem. Mas tem uma resistência insulínica instalada silenciosamente que nenhum médico investigou ainda, porque ninguém pediu o exame certo, e porque você não tem o perfil que a maioria associa ao problema: aquele da mulher com muito sobrepeso ou diabetes declarado. O […]

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Você faz tudo certo. Come com cuidado, mantém um peso razoável, tenta dormir bem. Mas tem uma resistência insulínica instalada silenciosamente que nenhum médico investigou ainda, porque ninguém pediu o exame certo, e porque você não tem o perfil que a maioria associa ao problema: aquele da mulher com muito sobrepeso ou diabetes declarado.

O problema é que a resistência insulínica em mulheres se manifesta com muito mais frequência e muito mais sutileza do que a medicina convencional reconhece. E enquanto ela não tem nome, você continua tentando resolver com dieta e força de vontade algo que é, na essência, uma disfunção metabólica com causa identificável e tratamento possível.

O que é resistência insulínica e por que ela afeta tanto as mulheres

O que é resistência insulínica? Resistência insulínica é uma condição em que as células do corpo deixam de responder adequadamente à insulina, o hormônio responsável por transportar a glicose do sangue para dentro das células e convertê-la em energia. Como consequência, o pâncreas aumenta a produção de insulina para compensar, criando um estado de hiperinsulinemia que pode permanecer silencioso por anos antes de qualquer alteração aparecer nos exames convencionais.

O que a torna especialmente insidiosa nas mulheres é que ela tem uma relação bidirecional com os hormônios femininos: os hormônios influenciam a sensibilidade à insulina, e a insulina influencia os hormônios. Essa conexão significa que a resistência insulínica pode se manifestar de formas completamente diferentes de acordo com a fase da vida da mulher, na síndrome dos ovários policísticos, na perimenopausa ou mesmo sem nenhum diagnóstico prévio.

Quais os sintomas de resistência insulínica em mulheres

Os sintomas de resistência insulínica em mulheres raramente chegam com o conjunto clássico que os médicos aprenderam a reconhecer. Eles aparecem de forma fragmentada, e cada um parece ter uma causa diferente quando olhados isoladamente:

  • Cansaço intenso após as refeições, especialmente depois de carboidratos, como se o corpo travasse em vez de ganhar energia
  • Compulsão por doce ou carboidrato, especialmente no final da tarde e à noite, mesmo após ter comido bem
  • Barriga que não sai apesar de dieta e exercício, especialmente na região do abdômen inferior
  • Dificuldade de concentração e névoa mental que piora ao longo do dia
  • Fome que volta rapidamente depois das refeições, como se a saciedade não durasse
  • Ciclo menstrual irregular ou sintomas de SOP, como acne e queda de cabelo
  • Pressão arterial tendendo a subir sem causa cardíaca aparente
  • Triglicerídeos elevados com HDL baixo nos exames de rotina

O dado mais relevante para o contexto brasileiro é que é possível manter um índice de massa corporal dentro da normalidade e, ainda assim, apresentar disfunção significativa na sinalização da insulina. Isso significa que mulheres magras ou com peso normal são frequentemente descartadas da investigação, o que atrasa o diagnóstico por anos. 

Por que a resistência insulínica em mulheres é subestimada

Existe uma razão clínica para que esse diagnóstico seja tão frequentemente perdido: em fases iniciais, a resistência à insulina costuma ser assintomática, e muitas vezes essa condição só é descoberta em estágio avançado ou quando a paciente faz um check-up médico que inclui exames capazes de sinalizar o problema. 

O problema é que os exames convencionais de rotina, como glicemia de jejum e hemoglobina glicada, só detectam a resistência insulínica quando ela já está em estágio avançado, próxima do pré-diabetes. Por anos antes disso, a insulina pode estar elevada enquanto a glicose permanece aparentemente normal, e esse estado de hiperinsulinemia silenciosa já está causando dano metabólico real.

Para uma investigação funcional adequada, os exames que precisam ser solicitados incluem:

  1. Insulina de jejum com valores ideais abaixo de 10 µUI/mL
  2. Índice HOMA-IR, calculado a partir da insulina e da glicose em jejum, com referência abaixo de 2,5
  3. Glicemia 2 horas após sobrecarga de glicose, para capturar o comportamento insulínico após uma refeição
  4. Triglicerídeos e HDL, como marcadores indiretos de resistência insulínica
  5. Circunferência abdominal, com sinal de alerta acima de 80 cm em mulheres, mesmo sem sobrepeso generalizado

A conexão entre resistência insulínica e hormônios femininos

O que diferencia a abordagem da medicina do estilo de vida nesse contexto é entender que resistência insulínica em mulheres não é um problema isolado do metabolismo da glicose. Ela opera em conjunto com o eixo hormonal feminino de formas que a medicina convencional raramente investiga de forma integrada.

A hiperinsulinemia estimula os ovários a produzirem quantidades excessivas de hormônios andrógenos, o que resulta em irregularidade menstrual, acne, hirsutismo e dificuldade para engravidar. Isso explica por que tantas mulheres com SOP têm resistência insulínica mesmo sem sobrepeso, e por que tratar apenas os sintomas hormonais sem resolver a base metabólica produz resultados limitados. 

Na menopausa, a relação se inverte: a queda do estradiol reduz a sensibilidade insulínica das células, tornando a resistência muito mais prevalente após os 45 anos. Mulheres que nunca tiveram problema metabólico podem desenvolvê-lo na transição menopausal simplesmente pela perda da proteção que o estradiol oferecia ao metabolismo da glicose.

Essa conexão é aprofundada no artigo sobre os sintomas da perimenopausa, que explica como a queda hormonal afeta sistemas que vão muito além dos sintomas clássicos como fogachos e insônia.

O papel do cortisol na resistência insulínica feminina

Uma das causas mais subestimadas de resistência insulínica em mulheres sem sobrepeso é o cortisol cronicamente elevado. O estresse moderno, que mantém o eixo cortisol-adrenal em estado de alerta constante, interfere diretamente na sinalização da insulina porque o cortisol é um hormônio contrainsulínico: quando ele sobe, a glicose sobe junto, e o pâncreas precisa produzir mais insulina para compensar.

É necessário reorganizar sono, manejo do estresse, qualidade alimentar, treinamento de força e, quando indicado, ajustar o eixo hormonal para tratar a resistência insulínica de forma efetiva. Isso não é uma abordagem opcional ou complementar. É o tratamento real, que a mudança de dieta isolada raramente consegue sustentar. 

O artigo sobre como o estresse crônico rouba a matéria-prima dos seus hormônios femininos detalha esse mecanismo e por que uma mulher pode fazer tudo certo na alimentação e continuar com resistência insulínica enquanto o cortisol não estiver controlado.

Como reverter a resistência insulínica: o que a ciência sustenta

A boa notícia, confirmada por múltiplos estudos, é que a resistência insulínica é reversível na maioria dos casos quando identificada antes da progressão para pré-diabetes. As estratégias com maior evidência incluem:

  • Treinamento de força como prioridade — o músculo é o maior consumidor de glicose do corpo. Cada quilo de massa muscular preservado aumenta a sensibilidade insulínica de forma consistente. Mulheres na menopausa que priorizam o treino de força apresentam melhora significativa nos marcadores metabólicos independentemente da perda de peso.
  • Proteína em todas as refeições — reduz o pico glicêmico pós-prandial e aumenta a saciedade hormonal, diminuindo os ciclos de compulsão que alimentam a hiperinsulinemia.
  • Gestão real do sono — uma única noite de sono ruim já eleva a insulina de jejum no dia seguinte. O artigo sobre insônia na menopausa e risco cardíaco mostra como sono fragmentado e resistência metabólica se retroalimentam.
  • Controle do cortisol — pausas reais, não apenas técnicas de respiração, mas redução estrutural da carga de estresse, são insubstituíveis no protocolo metabólico feminino.
  • Investigação hormonal integrada — quando a resistência insulínica coexiste com queda de estradiol, tratar apenas o metabolismo sem abordar o eixo hormonal entrega resultados parciais. A abordagem mais eficaz é sempre a que olha para os dois sistemas ao mesmo tempo.

Quando buscar investigação

Se você reconhece três ou mais dos seguintes sinais, indicamos a investigação de resistência insulínica independentemente do seu peso atual:

  • Cansaço persistente após refeições ricas em carboidratos
  • Fome que retorna rapidamente mesmo após comer bem
  • Barriga resistente a qualquer protocolo de emagrecimento
  • Compulsão por doce especialmente no período da tarde
  • Ciclo menstrual irregular sem causa ginecológica identificada
  • HOMA-IR acima de 2,0 em exames recentes
  • Triglicerídeos acima de 100 mg/dL com HDL abaixo de 50 mg/dL

A resistência insulínica que não é identificada e tratada avança silenciosamente. Por isso, a que é identificada cedo tem resolução real com as ferramentas certas.

Agende sua consulta para investigarmos seu metabolismo com a profundidade que ele merece.

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Do estresse à exaustão adrenal: o caminho silencioso que rouba sua energia e desregula seus hormônios https://dramarynalandim.com.br/estresse-e-exaustao-adrenal/ https://dramarynalandim.com.br/estresse-e-exaustao-adrenal/#respond Fri, 26 Sep 2025 17:09:49 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=3885 Você dorme, mas não descansa. Acorda com a sensação de que a noite não foi suficiente e passa o dia se arrastando, movida a café e pela força de vontade. A paciência é curta, a mente está nublada e a alegria parece distante. Se você se reconhece nessas palavras, eu quero te dizer uma coisa […]

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Você dorme, mas não descansa. Acorda com a sensação de que a noite não foi suficiente e passa o dia se arrastando, movida a café e pela força de vontade. A paciência é curta, a mente está nublada e a alegria parece distante. Se você se reconhece nessas palavras, eu quero te dizer uma coisa com todo carinho: você não está com preguiça. Seu corpo pode estar em estado de sobrevivência.

Muitas mulheres chegam ao meu consultório com essa queixa. Elas lutam para dar conta de tudo, cuidam de todos, mas sentem que sua própria energia está se esvaindo. 

A verdade é que, por trás desse cansaço profundo, existe uma cascata bioquímica silenciosa, iniciada por um gatilho que normalizamos em nosso dia a dia: o estresse crônico.

O que é o estresse crônico para o seu corpo?

Nosso corpo é uma máquina de adaptação perfeita. Diante de uma ameaça real, um perigo iminente, ele dispara uma resposta de “luta ou fuga” para nos proteger. O coração acelera, a mente fica alerta, e o hormônio cortisol é liberado para nos dar energia extra. Isso é o estresse agudo, e ele é vital.

O problema começa quando essa ameaça não é um leão na sua frente, mas sim a pilha de e-mails, o trânsito, as preocupações financeiras, as noites mal dormidas. Para o seu corpo, perigo é perigo. 

Ele não diferencia o chefe do leão. E quando o alarme de estresse nunca desliga, entramos no modo de estresse crônico.

O Eixo HPA: o centro de comando do estresse

Para entender como o estresse se espalha pelo corpo, precisamos conhecer o maestro dessa orquestra.

O que é o Eixo HPA?

O Eixo Hipotálamo-Pituitária-Adrenal (HPA) é um sistema de comunicação sofisticado entre o seu cérebro e as glândulas adrenais (ou suprarrenais), que ficam logo acima dos rins.

  1. O Hipotálamo (no cérebro) percebe um estresse.
  2. Ele avisa a Glândula Pituitária (também no cérebro).
  3. A Pituitária envia um sinal para as Glândulas Adrenais.
  4. As Adrenais liberam cortisol.

Quando o estresse é constante, esse eixo fica hiperativado, até que, em algum momento, ele se cansa. É aí que a exaustão adrenal começa a se instalar. A comunicação falha, e a produção de cortisol fica desregulada: às vezes alta demais à noite (causando insônia) e baixa demais pela manhã (causando dificuldade de acordar).

O efeito dominó: como o cortisol alto sabota seus outros hormônios

Um corpo que vive em alerta precisa economizar energia. Por isso, ele começa a desligar as funções que não são essenciais para a sobrevivência imediata, como a reprodução, o metabolismo e a reparação. É aqui que o desequilíbrio hormonal se aprofunda.

O “roubo da pregnenolona”: menos progesterona, mais ansiedade

Para produzir tanto cortisol, seu corpo precisa de matéria-prima. Ele a encontra na pregnenolona, um “hormônio-mãe” que também serve de base para outros hormônios, como a progesterona. Em um processo chamado “roubo da pregnenolona”, o corpo desvia essa matéria-prima para a produção de cortisol.

O resultado? Seus níveis de progesterona, o nosso hormônio calmante natural, despencam. E você sente:

  • Ansiedade e irritabilidade;
  • Insônia ou sono fragmentado;
  • Ciclos menstruais irregulares e TPM intensa.

A tireoide sente o impacto

O estresse crônico também afeta diretamente a sua tireoide. O excesso de cortisol pode bloquear a conversão do hormônio T4 (a forma inativa) em T3 (a forma ativa e que de fato age nas células). 

Seus exames de TSH e T4 podem parecer normais, mas você sente todos os sintomas de um hipotireoidismo funcional.

  • Metabolismo lento e ganho de peso;
  • Queda de cabelo e unhas fracas;
  • Sensação constante de frio.

Insulina e o acúmulo de gordura abdominal

O cortisol elevado aumenta os níveis de açúcar no sangue para fornecer energia rápida. Para lidar com esse açúcar, o corpo libera mais insulina. Com o tempo, as células se tornam resistentes à ação da insulina, um quadro que favorece o acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal.

Como saber se você está com exaustão adrenal?

A exaustão adrenal não é uma doença, mas um estado de desequilíbrio funcional. Seus sinais são muitas vezes vagos e podem ser confundidos com outras condições.

Sinais e sintomas comuns:

  • Cansaço profundo que não melhora com o sono.
  • Dificuldade em acordar pela manhã, mesmo após uma noite longa.
  • Ansiedade, irritabilidade e sensação de estar “no limite”.
  • Névoa mental e dificuldade de concentração.
  • Desejo intenso por alimentos salgados ou doces.
  • Baixa libido e falta de motivação.
  • Tontura ao se levantar rapidamente.
  • Sistema imunológico enfraquecido, com infecções recorrentes.

Se você se identificou com esses sinais, respire fundo. Existe um caminho de volta, e ele não envolve lutar contra o seu corpo, mas sim acolhê-lo e nutri-lo. O objetivo é sinalizar para o seu sistema nervoso que o perigo passou.

Nutrição que acalma

Seu corpo precisa de nutrientes para se recuperar. Foque em comida de verdade, rica em:

  • Magnésio: o mineral do relaxamento (folhas verdes escuras, sementes).
  • Vitaminas do Complexo B: essenciais para a produção de energia (carnes, ovos, legumes).
  • Vitamina C: suporte para as adrenais (frutas cítricas, pimentão).
  • Gorduras Saudáveis: matéria-prima para os hormônios (abacate, azeite de oliva, nozes).

O respeito pelo sono

O sono não é negociável. Crie um ritual noturno, desligue as telas e priorize um ambiente escuro e silencioso. É durante o sono que seu corpo se repara e regula o cortisol.

Movimento inteligente

Exercícios de alta intensidade podem ser mais um estresse para um corpo já exausto. Prefira movimentos que acalmam o sistema nervoso, como caminhadas na natureza, yoga ou alongamentos.

Se você se reconheceu nessas palavras e está cansada de lutar sozinha contra a exaustão, saiba que existe um caminho para recuperar sua energia e seu equilíbrio. Olhar para a raiz do problema é o primeiro passo para uma transformação verdadeira.

Clique no botão abaixo aqui para agendar sua consulta e vamos cuidar de você por inteiro.

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Pré-menopausa: como podemos ajudar com a reposição hormonal personalizada? https://dramarynalandim.com.br/reposicao-hormonal-personalizada/ https://dramarynalandim.com.br/reposicao-hormonal-personalizada/#respond Fri, 01 Mar 2024 11:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=2200 A terapia de reposição hormonal personalizada é uma abordagem promissora para mulheres que enfrentam a pré-menopausa e a menopausa. Esta fase da vida, muitas vezes marcada por sintomas desconfortáveis e mudanças significativas, pode ser melhor gerenciada com tratamentos que consideram as necessidades individuais de cada mulher.  A pré-menopausa é um período de transição na vida […]

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A terapia de reposição hormonal personalizada é uma abordagem promissora para mulheres que enfrentam a pré-menopausa e a menopausa. Esta fase da vida, muitas vezes marcada por sintomas desconfortáveis e mudanças significativas, pode ser melhor gerenciada com tratamentos que consideram as necessidades individuais de cada mulher. 

A pré-menopausa é um período de transição na vida das mulheres, caracterizado por alterações hormonais que podem afetar seu bem-estar físico e emocional. Entender esta fase e como a terapia de reposição hormonal personalizada pode ajudar é fundamental para que as mulheres vivam este período com mais conforto e saúde.

Vamos mergulhar no mundo da terapia hormonal, destacando a importância de abordagens personalizadas que respeitam a singularidade de cada mulher. Ao longo deste artigo, discutiremos os benefícios e considerações envolvidos na reposição hormonal, fundamentados em pesquisas e estudos científicos.

O que é a pré-menopausa e quando ela começa?

A pré-menopausa é a fase que antecede a menopausa, geralmente iniciando-se na faixa dos 40 anos, mas pode variar de mulher para mulher. Durante este período, os níveis hormonais, especialmente de estrogênio e progesterona, começam a flutuar, levando a mudanças no ciclo menstrual e a diversos sintomas.

Esta fase pode durar vários anos e é frequentemente marcada por irregularidades menstruais. Algumas mulheres podem experienciar sintomas como ondas de calor, alterações de humor, insônia e diminuição da libido. Entender esta fase é crucial para reconhecer a necessidade de intervenções, como a reposição hormonal personalizada.

A pré-menopausa é uma preparação natural do corpo para o fim da fase reprodutiva. Apesar de ser um processo biológico normal, os sintomas podem ser desafiadores e impactar significativamente a qualidade de vida das mulheres.

Qual o impacto dessa fase na produção hormonal?

Durante a pré-menopausa, a produção hormonal sofre alterações significativas. O declínio na produção de estrogênio é um dos principais fatores que contribuem para os sintomas típicos dessa fase. Este hormônio tem um papel crucial em várias funções do corpo feminino, incluindo a regulação do ciclo menstrual e a manutenção da saúde óssea.

Além das mudanças no estrogênio, a produção de progesterona também diminui. Esta alteração pode levar a irregularidades no ciclo menstrual e a um aumento no risco de desenvolvimento de condições como a osteoporose.

A flutuação hormonal também pode afetar o humor, o sono e o metabolismo, contribuindo para sintomas como irritabilidade, fadiga e ganho de peso. Entender essas mudanças é essencial para identificar a necessidade de terapia de reposição hormonal personalizada.

Quando a reposição hormonal é indicada?

A terapia de reposição hormonal personalizada é geralmente para mulheres que enfrentam sintomas moderados a severos da pré-menopausa e da menopausa. Esta terapia visa restabelecer os níveis hormonais para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Mas a indicação para reposição hormonal ocorre após uma avaliação cuidadosa da saúde da mulher, incluindo seu histórico médico, sintomas e preferências pessoais. Esta avaliação é crucial para determinar a dosagem e o tipo de hormônio na terapia.

É importante destacar que a terapia de reposição hormonal não é para todas as mulheres. Em casos de histórico de certos tipos de câncer, doenças cardíacas ou trombose, por exemplo, abordagens diferentes são necessárias.

Importância da reposição hormonal personalizada

A terapia de reposição hormonal personalizada destaca-se por considerar as necessidades individuais de cada mulher. Diferentes mulheres podem responder de maneira diversa aos mesmos tratamentos hormonais, por isso a personalização é essencial.

Essa abordagem permite ajustar a dosagem e o tipo de hormônio de acordo com os sintomas específicos, a idade, o histórico médico e outras variáveis individuais. Isso minimiza os riscos e maximiza os benefícios da terapia.

A reposição hormonal personalizada também se adapta ao longo do tempo, conforme as necessidades da mulher mudam. Isso garante que a terapia continue sendo eficaz e segura durante toda a duração do tratamento.

Leia também::: O impacto da alimentação saudável na saúde da mulher

Tenha melhor qualidade de vida na pré-menopausa

A terapia de reposição hormonal personalizada pode ser uma ferramenta valiosa para mulheres que enfrentam a pré-menopausa e a menopausa. 

Afinal, ela oferece a possibilidade de passar por esta fase com menos desconforto e mais qualidade de vida, sempre considerando as necessidades e a saúde individual de cada mulher.

Para mais informações sobre terapia de reposição hormonal personalizada e maneiras de enfrentar a pré-menopausa e a menopausa, siga-me no Instagram. Lá, compartilho regularmente dicas e informações para ajudar você a viver uma vida mais plena e saudável.

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Longevidade humana e suplementação: entendendo a conexão https://dramarynalandim.com.br/longevidade-e-suplementacao/ https://dramarynalandim.com.br/longevidade-e-suplementacao/#respond Fri, 08 Dec 2023 23:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=1943 Vamos conversar sobre um tema fascinante e muito relevante? Longevidade e suplementação!  A busca pela fonte da juventude é uma jornada antiga, mas a ciência moderna nos oferece agora uma visão clara de como podemos prolongar nossa vida com qualidade e bem-estar. Mas, claro, longevidade não é apenas sobre adicionar anos à vida; é também […]

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Vamos conversar sobre um tema fascinante e muito relevante? Longevidade e suplementação! 

A busca pela fonte da juventude é uma jornada antiga, mas a ciência moderna nos oferece agora uma visão clara de como podemos prolongar nossa vida com qualidade e bem-estar.

Mas, claro, longevidade não é apenas sobre adicionar anos à vida; é também sobre adicionar vida aos anos. Queremos viver mais, mas também queremos viver bem, com corpos saudáveis e mentes ágeis. 

É aqui que entra a conexão entre longevidade e suplementação. Este é um tópico extenso e complexo, repleto de nuances, que abrange desde a biologia celular até os aspectos comportamentais.

Então, pegue uma xícara de chá e acomode-se. Vamos desvendar juntos a relação entre longevidade e suplementação, como ela afeta a nossa saúde física e mental, e por que você deveria prestar atenção nela.

O que é suplementação?

Primeiramente, é crucial entender o que é suplementação. A suplementação nutricional envolve o uso de vitaminas, minerais e outros nutrientes na forma de cápsulas, pós ou líquidos para complementar a dieta. 

A suplementação pode ajudar a preencher lacunas nutricionais e fortalecer sistemas biológicos específicos. Mas é importante lembrar que a suplementação deve ser feita de forma consciente e sob orientação médica, pois o excesso pode ser tão prejudicial quanto a falta.

Agora, por que a suplementação é importante para a longevidade? Bem, de acordo com estudos como os publicados na revista Aging Cell, o envelhecimento é em parte resultado do acúmulo de danos celulares ao longo do tempo. Certos suplementos podem atuar como antioxidantes, combatendo os radicais livres que causam esses danos.

Portanto, quando falamos de longevidade e suplementação, estamos discutindo como nutrientes específicos podem ajudar a prolongar a função celular saudável, o que, por sua vez, pode contribuir para uma vida mais longa e mais saudável.

Longevidade e suplementação: saúde física

Agora, vamos nos aprofundar um pouco mais na relação entre longevidade e suplementação, começando pela saúde física. Um dos aspectos mais bem estudados é o papel dos antioxidantes. 

Suplementos como vitamina C, vitamina E e selênio têm mostrado potencial em combater o estresse oxidativo, um dos principais vilões do envelhecimento celular, como demonstrado em estudos.

Além dos antioxidantes, outros suplementos como o ácido fólico e a vitamina B12 podem ajudar na manutenção do sistema cardiovascular, um elemento crucial para a longevidade. 

E não podemos esquecer dos ácidos graxos ômega-3, que têm benefícios anti-inflamatórios e podem ajudar na saúde cerebral.

Em resumo, longevidade e suplementação estão intimamente ligadas na promoção de um corpo saudável, mas é crucial consultar um profissional para determinar quais suplementos são adequados para você.

Longevidade e suplementação: saúde mental

Agora, carinhosamente, permitam-me trazer à luz um aspecto frequentemente negligenciado na conversa sobre longevidade e suplementação: a saúde mental. Sim, a suplementação também pode afetar positivamente o nosso bem-estar psicológico.

Suplementos como magnésio e zinco têm mostrado potencial em ajudar no controle do estresse e da ansiedade. Além disso, aminoácidos como o triptofano, que é precursor da serotonina, podem auxiliar no controle do humor, conforme demonstrado em estudos.

A saúde mental é um pilar crucial para uma vida longa e plena. Portanto, a conexão entre longevidade e suplementação também abrange esse aspecto vital da nossa existência, oferecendo um caminho para melhorar a qualidade de vida em todas as fases.

Leia também::: Exercícios mind-body: uma abordagem holística para a saúde física e mental

Tenha mais qualidade de vida na longevidade

Ao final desta nossa conversa, espero que você entenda melhor a complexa e fascinante relação entre longevidade e suplementação. A suplementação, quando feita de forma consciente e sob orientação médica, pode ser uma poderosa aliada na busca por uma vida mais longa e saudável.

Então, meus queridos, cuide-se com amor e ciência. Lembre-se sempre de que longevidade e suplementação são tópicos que podem trazer não apenas mais anos à sua vida, mas mais vida aos seus anos. E se gostou do artigo, siga também meu Instagram, Podcast Minutos de Cura, e meu canal no YouTube, onde compartilho muita informação de qualidade!

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Pré-menopausa: como a terapia de reposição hormonal pode ajudar? https://dramarynalandim.com.br/reposicao-hormonal-na-pre-menopausa/ https://dramarynalandim.com.br/reposicao-hormonal-na-pre-menopausa/#respond Fri, 10 Nov 2023 11:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=1914 Vocês já ouviram falar sobre pré-menopausa? É um período que toda mulher enfrentará, e é justamente sobre isso que vamos conversar hoje. O corpo feminino passa por diversas mudanças ao longo da vida e a pré-menopausa é uma dessas fases repletas de transformações que podem, de fato, ser bastante impactantes. Mas vocês não estão sozinhas! […]

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Vocês já ouviram falar sobre pré-menopausa? É um período que toda mulher enfrentará, e é justamente sobre isso que vamos conversar hoje. O corpo feminino passa por diversas mudanças ao longo da vida e a pré-menopausa é uma dessas fases repletas de transformações que podem, de fato, ser bastante impactantes.

Mas vocês não estão sozinhas! Há diversas formas de lidar com essa fase, e uma das mais estudadas e eficazes é a terapia de reposição hormonal na pré-menopausa. Então, respirem fundo e vamos juntas desvendar esse tema que, embora frequente, é muitas vezes envolto em dúvidas e mitos.

No artigo que compartilho com todo carinho abaixo, vou explicar em detalhes o que é a pré-menopausa, por que ela ocorre, quais sintomas estão envolvidos e, mais importante, como a reposição hormonal na pré-menopausa pode ser sua aliada para uma vida mais plena e feliz durante esse período.

O que é a Pré-Menopausa?

A pré-menopausa é a fase que antecede a menopausa, normalmente começando por volta dos 40 anos, embora isso possa variar. Durante este período, os níveis de hormônios femininos, principalmente o estrogênio e a progesterona, começam a flutuar de forma irregular, levando a uma série de sintomas desconfortáveis.

Essa fase é caracterizada por mudanças nos ciclos menstruais, alterações de humor, insônia, e, em muitos casos, a diminuição da libido. E claro, os famosos fogachos, que são os calores que as mulheres costumam relatar. 

Se você está se sentindo desconfortável com essas alterações, saiba que você não está sozinha! Estudos publicados no Journal of Women’s Health indicam que muitas mulheres experimentam uma queda significativa na qualidade de vida durante a pré-menopausa.

Por que ela acontece?

A pré-menopausa é um fenômeno biológico que faz parte do processo natural de envelhecimento. Conforme as mulheres envelhecem, os ovários diminuem a produção de hormônios, como estrogênio e progesterona. Isso ocorre porque os óvulos estão se esgotando, marcando a transição para uma fase da vida onde a fertilidade não é mais uma questão central.

É importante entender que isso é um processo natural e, portanto, inevitável. No entanto, diversos fatores podem influenciar a intensidade e a duração dos sintomas, como estilo de vida, genética e saúde geral. Portanto, conhecer suas opções de tratamento é crucial.

Reposição hormonal na pré-menopausa: como pode ajudar?

Ah, aqui vem a parte interessante! A reposição hormonal na pré-menopausa pode ser um verdadeiro bálsamo para os sintomas desconfortáveis. Ela consiste em equilibrar os níveis hormonais através de medicamentos que contêm hormônios semelhantes aos produzidos pelo corpo feminino.

Quando bem prescrita e monitorada, a reposição hormonal pode aliviar muitos dos sintomas desagradáveis que você pode estar enfrentando. De acordo com estudos da North American Menopause Society, essa terapia é especialmente eficaz para tratar sintomas como ondas de calor, insônia e alterações de humor.

Benefícios da reposição hormonal na pré-menopausa

A reposição hormonal na pré-menopausa não serve apenas para aliviar sintomas. Ela pode, na verdade, melhorar drasticamente a qualidade de vida. Muitas mulheres relatam se sentirem revigoradas, com mais energia e disposição, além de experimentarem uma melhora na saúde óssea e na função cardiovascular.

Outros benefícios incluem a melhoria do humor e do sono, bem como uma possível diminuição no risco de certas condições crônicas, quando bem acompanhada e dentro de um contexto clínico adequado. 

Assim, a reposição hormonal na pré-menopausa pode ser uma poderosa aliada na manutenção de uma vida saudável e ativa durante este período de mudanças.

Considerações importantes

Mas atenção, queridas! A reposição hormonal na pré-menopausa não é uma solução única para todas. Ela deve ser individualizada e discutida cuidadosamente com seu médico, levando em consideração seu histórico médico, necessidades e, claro, sintomas. 

Além disso, o tratamento deve ser constantemente monitorado para ajustes e para garantir que está trazendo mais benefícios do que riscos.

Leia também::: A conexão entre saúde intestinal e bem-estar geral

A menopausa é uma fase linda da mulher

Então, minhas queridas, como puderam ver, a reposição hormonal na pré-menopausa pode ser uma excelente forma de atravessar essa fase com mais conforto e bem-estar. Com o apoio de uma boa equipe médica e um tratamento bem planejado, você não precisa apenas “sobreviver” à pré-menopausa, mas sim viver plenamente cada momento dela.

Espero que este artigo tenha ajudado a esclarecer suas dúvidas e que vocês se sintam mais empoderadas para tomar decisões informadas sobre sua saúde. Lembre-se sempre: você não está sozinha, e a pré-menopausa é apenas uma etapa em sua maravilhosa jornada de vida! E se gostou do artigo, siga também meu Instagram, meu Podcast Minutos de Cura, e meu canal no YouTube, para mais informações para uma saúde completa e integral!

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Sabia que o flúor pode afetar a função da sua tireoide? https://dramarynalandim.com.br/fluor-e-tireoide/ https://dramarynalandim.com.br/fluor-e-tireoide/#respond Fri, 24 Mar 2023 11:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=1568 O flúor — um mineral natural — está presente em quase todos os sistemas públicos de água no Brasil. Tal medida foi adotada para tentar reduzir a cárie na população, mas o que pouco se divulga é a toxidade do flúor e como ele pode afetar sua tireoide. A saber, na década de 1930, o […]

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O flúor — um mineral natural — está presente em quase todos os sistemas públicos de água no Brasil. Tal medida foi adotada para tentar reduzir a cárie na população, mas o que pouco se divulga é a toxidade do flúor e como ele pode afetar sua tireoide.

A saber, na década de 1930, o flúor foi usado em um produto chamado fluorotirosina, fabricado pela empresa farmacêutica alemã chamada Bayer. A fluorotirosina foi usada para tratar o hipertireoidismo, que é uma tireoide hiperativa. 

Ele envenenou as enzimas da glândula tireoide e retardou a produção de hormônios da tireoide. Infelizmente, as glândulas de alguns pacientes foram tão envenenadas pela fluorotirosina que acabaram destruídas. 

Muitos pacientes sofreram perda completa da função da tireoide com este tratamento. Consequentemente, o uso dessa droga para o tratamento do hipertireoidismo foi descontinuado e, em vez disso, passou a ser usado como pesticida.

Ao longo de sua vida, você acumula uma carga tóxica de flúor em suas células de gordura. As mudanças anormais na estrutura da proteína, causadas pela exposição ao flúor, danificam as reações bioquímicas normais em seu corpo. 

Em resposta, seu sistema imunológico produz anticorpos para destruir essas proteínas anormais, o que pode levar a uma reação autoimune à glândula tireoide.

Ficou curioso para saber mais sobre essa relação entre flúor e tireoide, e o quão mal isso pode ser para sua saúde? Confira o artigo que compartilho abaixo!

Que efeito o flúor tem na tireoide?

Em sua jornada de cura, você já considerou que o flúor poderia ter um efeito direto na saúde da tireoide? 

Assim como outros halogênios, o flúor atua como um gatilho na indução da morte das células da tireoide, além de levar ao desenvolvimento de inflamação da tireoide e doenças autoimunes da tireoide, como a de Hashimoto.

Além disso, vários estudos mostraram que o flúor pode realmente alterar o funcionamento adequado dos processos do corpo, confundindo o flúor com outra coisa. 

No caso do flúor, ele se confunde como iodo (outro halogênio) no corpo. Como o iodo é essencial para todas as principais funções do corpo em nível celular, o corpo o absorve nos tecidos de seus órgãos, confundindo-o com iodo. 

Se elimina muito pouco flúor pela urina ou suor, o que leva à toxicidade no corpo. Com o tempo, a absorção de flúor nos tecidos se manifesta como lesões reais nas glândulas endócrinas, como a tireoide. 

Assim, o flúor é um desregulador endócrino (o que significa que desregula o sistema endócrino).

Impacto na tiroide

Além disso, alguns estudos indicam que a alta exposição ao flúor aumenta o risco de hipotireoidismo de uma pessoa, especialmente se ela tiver deficiência de iodo. 

Um estudo de 2015 do Reino Unido mostrou que pessoas que vivem em áreas com água fluoretada têm uma maior prevalência de hipotireoidismo em comparação com aqueles sem flúor em sua água.  

Como mencionei, o flúor pode desempenhar um papel na função da tireoide porque compartilha propriedades semelhantes ao iodo.

Tanto o flúor quanto o iodo são halogênios – um grupo na tabela periódica que consiste em cinco elementos quimicamente relacionados: flúor, cloro, bromo, iodo e astato. 

O nome “halógeno” significa “produtor de sal”. Quando os halogênios reagem com metais, eles produzem sais, incluindo fluoreto de cálcio, cloreto de sódio (sal de cozinha), brometo de prata e iodeto de potássio. A maioria dos halogênios vem de minerais ou sais do mar e do solo. 

O iodo não ocorre naturalmente no corpo, então as pessoas devem ingerir iodo em sua dieta. Este micronutriente é crítico na produção dos hormônios da tireoide: tiroxina (T4) e triiodotironina (T3). 

Sem iodo, a tireoide não pode produzir hormônios tireoidianos responsáveis ​​pela regulação do metabolismo, crescimento e desenvolvimento. 

Como o flúor é estruturalmente semelhante ao iodo, ele pode ocupar locais receptores na glândula tireoide, inibindo a absorção de iodo. Isso, por sua vez, pode causar deficiência de iodo.

Uma maneira pela qual o flúor inibe o transporte de iodeto é por sua eletronegatividade mais forte. Assim, é mais provável que o flúor entre nos canais da membrana da tireoide, forçando o iodeto a sair das células tireoidianas. 

Algumas teorias sugerem que o flúor potencializa os efeitos do hormônio estimulante da tireoide e interfere na conversão de T4 em T3. 

Leia também::: Qual a quantidade de horas de sono ideal?

Como reduzir a exposição ao flúor?

O flúor está presente na água da torneira, creme dental, alimentos não orgânicos, pesticidas usados ​​na agricultura, produtos odontológicos e vários outros produtos comumente usados. 

Então, o que você pode fazer para evitar a exposição ao flúor? Alguns passos simples podem percorrer um longo caminho:

  • Certifique-se de ter um sistema de filtragem que remova o flúor da água potável. O flúor no abastecimento de água da cidade pode ser uma causa de hipotireoidismo.
  • Use creme dental sem flúor. Creme dental sem flúor e antisséptico bucal sem flúor estão disponíveis na maioria das lojas hoje.
  • Verifique os rótulos dos alimentos processados ​​e produtos de limpeza doméstica.

Então, da próxima vez que for comprar pasta de dente, ou qualquer outro produto de uso pessoal, pense no que você está expondo seu corpo e certifique-se de ler os rótulos com atenção. Esta é apenas mais uma maneira de proteger sua saúde geral.

Por fim, espero que tenha compreendido os efeitos que o flúor pode causar na sua tireoide. E para saber mais sobre a toxidade dos metais pesados no organismo, confira meu e-book clicando abaixo!

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Alimentação e climatério: como reduzir os sinais e melhorar a saúde? https://dramarynalandim.com.br/alimentacao-e-climaterio/ https://dramarynalandim.com.br/alimentacao-e-climaterio/#respond Fri, 24 Feb 2023 11:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=1429 Para mulheres que estão na casa dos 50 anos, é importante saber que alimentação e climatério possuem uma estreita relação para sua melhora da qualidade de vida.  O climatério é uma fase natural do envelhecimento feminino marcado pela redução dos hormônios reprodutivos, principalmente o estrogênio, e pode trazer uma série de alterações na saúde da […]

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Para mulheres que estão na casa dos 50 anos, é importante saber que alimentação e climatério possuem uma estreita relação para sua melhora da qualidade de vida. 

O climatério é uma fase natural do envelhecimento feminino marcado pela redução dos hormônios reprodutivos, principalmente o estrogênio, e pode trazer uma série de alterações na saúde da mulher. 

Dentre elas, estão as mudanças no metabolismo e ganho de peso, o que tem levado muitas mulheres a buscarem orientações nutricionais nesse período. 

No Brasil, segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população feminina com 50 anos ou mais representa cerca de 23% do total de mulheres no país. 

Diante disso, é importante entender como a alimentação pode afetar a saúde das mulheres nessa fase da vida, e quais são as melhores práticas alimentares para manter a qualidade de vida e prevenir doenças. 

Neste artigo que compartilho abaixo, apresento as relações entre alimentação e climatério, e quais boas práticas você deve seguir. Confira!

O que é o climatério?

O climatério é um período de transição fisiológica que ocorre na vida da mulher e que é caracterizado pelo fim da menstruação e pela diminuição da produção de hormônios femininos, principalmente o estrogênio. 

Esse processo pode começar a partir dos 40 anos e se estender a menopausa, que é até o momento em que ocorre a última menstruação. Durante o climatério, uma mulher pode apresentar diversos sintomas, como ondas de calor, suores noturnos, alterações de humor, insônia, ressecamento vaginal, diminuição da libido, entre outros.

Esses sintomas estão relacionados à diminuição dos hormônios femininos e podem afetar significativamente a qualidade de vida da mulher nessa fase. No entanto, a alimentação pode ser uma grande aliada na redução desses sintomas e na melhora da saúde da mulher nessa fase.

Leia também::: O que é o hipotireoidismo e como identificá-lo?

Como a alimentação e climatério estão ligados?

Como forma de reduzir esses sintomas incômodos da vida da mulher, a alimentação e climatério precisam andar juntos.

Alimentos ricos em fitoestrógenos, encontrados em plantas que possuem uma estrutura molecular semelhante ao estrogênio humano, podem ajudar a aliviar os sintomas do climatério. 

Alguns exemplos de alimentos que são fontes de fitoestrógenos são a soja, a linhaça, o tofu, a couve, o brócolis, o gergelim, o feijão, o grão-de-bico e a lentilha.

Estudos têm mostrado que o consumo de soja pode reduzir a frequência e a intensidade das ondas de calor e suores noturnos. Esses são dois dos sintomas mais comuns do climatério. 

Em um estudo publicado no Journal of Women’s Health, por exemplo, mulheres que consumiram 60 gramas de proteína de soja por dia tiveram uma redução significativa na frequência e intensidade desses sintomas em comparação com mulheres que consumiram proteína de leite.

Outro estudo, publicado no Journal of the American Medical Association, mostrou que o consumo de linhaça pode ajudar a reduzir a intensidade dos sintomas do climatério, incluindo ondas de calor, suores noturnos, insônia e irritabilidade. 

As mulheres que consumiram 40 gramas de linhaça por dia tiveram uma redução significativa na gravidade desses sintomas. Isso em comparação com mulheres que consumiram um placebo.

Papel da vitamina D

Além disso, a alimentação deve ser rica em alimentos que fornecem nutrientes importantes para a saúde óssea e cardiovascular. Por exemplo, temos o cálcio, a vitamina D e o ômega-3. 

O cálcio e a vitamina D são importantes para a saúde óssea e podem ajudar a prevenir a osteoporose, que é mais comum em mulheres na menopausa. Alimentos ricos em cálcio incluem leite, queijos, iogurte, sardinha, tofu, brócolis e espinafre. 

Já a vitamina D é encontrada principalmente em peixes como salmão, atum e cavala. Além disso, a exposição solar é uma importante fonte de vitamina D, desde que feita da forma correta. O ideal, porém, é a suplementação seguindo a orientação de um profissional de saúde.

Já o ômega-3 é um ácido graxo essencial que pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares e reduzir a inflamação. Alguns exemplos de alimentos ricos em ômega-3 são o salmão, a sardinha, a chia, a linhaça, as nozes e o azeite de oliva. 

Além disso, é importante reduzir o consumo de alimentos processados, ricos em açúcares e vitaminas saturadas. Esses alimentos podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares e piorar os sintomas do climatério.

Leia também::: Qual o papel da vitamina D no nosso corpo?

Cuide da sua saúde

Como é possível observar, a relação entre alimentação e climatério é fundamental na vida da mulher que está passando por esta fase na vida.

Escolher alimentos saudáveis, ricos em nutrientes essenciais, podem fazer toda a diferença para sua saúde e bem-estar.

Por fim, espero que a relação entre alimentação e climatério para reduzir os sinais e melhorar a saúde tenha contribuído para seu conhecimento. E para saber mais sobre este, e outros temas, siga também meu canal do YouTube!

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Qual o papel da vitamina D no nosso corpo? https://dramarynalandim.com.br/papel-da-vitamina-d-no-corpo-humano/ https://dramarynalandim.com.br/papel-da-vitamina-d-no-corpo-humano/#respond Fri, 17 Feb 2023 11:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=1424 O papel da vitamina D para o nosso organismo como nutriente é essencial. Na verdade, trata-se de um hormônio com várias funções no corpo humano. Ela desempenha diversas funções importantes, incluindo a regulação do cálcio e do fósforo no organismo, a promoção da saúde dos ossos, a redução do risco de doenças crônicas, além de […]

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O papel da vitamina D para o nosso organismo como nutriente é essencial. Na verdade, trata-se de um hormônio com várias funções no corpo humano.

Ela desempenha diversas funções importantes, incluindo a regulação do cálcio e do fósforo no organismo, a promoção da saúde dos ossos, a redução do risco de doenças crônicas, além de contribuir para o bom funcionamento do sistema imunológico e cardiovascular. 

No artigo que compartilho abaixo, vou explorar o papel da vitamina D para o corpo humano, o que ela é e como consegui-la. Vamos conferir?

O que é vitamina D?

A vitamina D é um nutriente essencial para o organismo humano, que é produzido naturalmente pelo corpo quando a pele é exposta à luz solar. 

Também é possível obter vitamina D por meio de suplementos alimentares e alimentos fortificados, como leite, suco de laranja, cereais e iogurte.

A vitamina D é convertida em uma forma ativa pelo fígado e pelos rins, onde desempenha suas funções no organismo. 

Sua principal função é promover a absorção de cálcio e fósforo no intestino, o que é essencial para a saúde óssea. 

Além disso, a vitamina D tem sido associada a uma série de benefícios à saúde, incluindo a prevenção de doenças crônicas e o fortalecimento do sistema imunológico.

E como já mencionei, a vitamina D é na verdade um hormônio. Quando foi descoberto, em 1928, os sistemas de detecção e isolamento de novas moléculas eram muito rudimentares. 

Assim, foi denominada vitamina D em alusão à matéria-prima que precisamos manter no organismo para produzi-la: D-hidrocolesterol.

Importância da vitamina D para a saúde óssea

A vitamina D desempenha um papel importante na saúde óssea, ajudando a promover a absorção de cálcio e fósforo no intestino e na regulação dos ossos. 

De acordo com um estudo publicado no Journal of Bone and Mineral Research, a vitamina D é essencial para a prevenção e tratamento da osteoporose, uma doença que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas. 

Outro estudo publicado na revista científica Aging Clinical and Experimental Research mostrou que a deficiência de vitamina D é um fator de risco para a perda óssea em mulheres na pós-menopausa.

A vitamina D também se associa a um menor risco de quedas e fraturas em idosos. Um estudo da revista científica JAMA Internal Medicine descobriu que a suplementação de vitamina D em doses altas se associou a uma redução significativa no risco de quedas em idosos.

Importância da vitamina D para a saúde cardiovascular

A vitamina D também se associa a uma redução no risco de doenças cardiovasculares. Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology descobriu que a deficiência de vitamina D está associada a um maior risco de hipertensão arterial, doença cardíaca coronariana, coração cardíaco e morte cardiovascular. 

Outro estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition relatou que a suplementação de vitamina D pode ajudar a reduzir a pressão arterial em indivíduos com hipertensão.

Leia também::: Como manter a saúde da tireoide em dia?

Sistema imunológico e regulação hormonal

No entanto, a vitamina D também desempenha um papel importante na função imunológica. Estudos mostram que a vitamina D pode ajudar a reduzir o risco de infecções respiratórias, como a gripe e o resfriado comum. 

Além disso, a vitamina D pode ajudar a reduzir a inflamação no corpo e melhorar a função imunológica.

A vitamina D também desempenha um papel importante na regulação hormonal. Estudos mostram que a vitamina D pode ajudar a regular os níveis de insulina no sangue, o que pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de diabetes. 

Ainda, a vitamina D pode ajudar a regular a produção de hormônios sexuais, como a testosterona e o estrogênio.

Por fim, a vitamina D também pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento neurológico. 

Estudos mostram que a vitamina D pode ajudar a prevenir a perda de neurônios no cérebro. Também pode reduzir o risco de doenças neurológicas, como a doença de Alzheimer.

Como obter vitamina D?

A vitamina D é essencial para o corpo humano. Ela ajuda a manter os ossos e dentes saudáveis, além de manter um papel importante no sistema imunológico. 

A principal fonte de vitamina D é a exposição à luz solar, mas também é possível obter vitamina D através de alimentos e suplementos.

Exposição ao sol

A luz solar é a principal fonte de vitamina D para o corpo humano. Quando a pele é exposta à luz solar, ela produz vitamina D a partir de um composto presente na pele chamado 7-dehidrocolesterol. 

A quantidade de vitamina D que o corpo produz depende de vários fatores, incluindo a quantidade de exposição ao sol, a cor da pele e a idade. Mas é preciso lembrar que para isso é preciso estar com o máximo do corpo descoberto, sem o uso de protetor solar, e sua sombra não pode ser maior que sua altura. 

Alimentos

Existem vários alimentos que contêm vitamina D, incluindo peixes gordurosos, como salmão, atum e sardinha. Também alimentos fortificados, como leite, cereais e suco de laranja. 

A quantidade de vitamina D encontrada nos alimentos varia, mas em geral, é difícil obter quantidades suficientes de vitamina D apenas através da dieta.

Suplementos

Se você não está recebendo o hormônio D suficiente da luz solar ou da vitamina da sua dieta, pode ser necessário tomar suplementos de vitamina D. 

Os suplementos de vitamina D estão disponíveis em várias formas, incluindo comprimidos, cápsulas, líquidos e gotas. A dose recomendada de vitamina D varia de acordo com a idade, sexo e nível de atividade física . Portanto, é importante consultar um profissional de saúde antes de começar a tomar suplementos.

Leia também::: O que é o hipotireoidismo e como identificá-lo?

Tenha mais vitamina D no seu corpo

Como vimos, o papel da vitamina D é importante para a saúde do corpo humano e sua obtenção pode ser feita por meio da exposição à luz solar, alimentos e suplementos. 

Para obter vitamina D suficiente, é importante equilibrar a exposição ao sol com preocupações de proteção contra a exposição excessiva. Além disso, é fundamental consultar um profissional de saúde para determinar a dose correta de suplementos.

Espero por fim que você tenha compreendido o papel da vitamina D no corpo humano e, para mais informações como esta, siga também meu canal do YouTube!

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O que é o hipotireoidismo e como identificá-lo? https://dramarynalandim.com.br/hipotireoidismo/ https://dramarynalandim.com.br/hipotireoidismo/#respond Fri, 10 Feb 2023 11:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=1419 O hipotireoidismo é o tipo mais comum de distúrbio da tireoide. Isso significa que sua glândula tireoide não está ativa o suficiente. Esta pequena glândula é encontrada na frente do pescoço.  Sua função é produzir o hormônio da tireoide. Se a glândula estiver hipoativa, pode não produzir hormônio tireoidiano suficiente. Os hormônios da tireoide controlam […]

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O hipotireoidismo é o tipo mais comum de distúrbio da tireoide. Isso significa que sua glândula tireoide não está ativa o suficiente. Esta pequena glândula é encontrada na frente do pescoço. 

Sua função é produzir o hormônio da tireoide. Se a glândula estiver hipoativa, pode não produzir hormônio tireoidiano suficiente.

Os hormônios da tireoide controlam como seu corpo usa energia. Eles afetam quase todos os órgãos do corpo. Quando sua tireoide não produz o suficiente desses hormônios, partes do seu corpo ficam mais lentas.  

Para explicar de forma detalhada o que é o hipotireoidismo, sintomas e tratamento, compartilho o artigo abaixo. Siga a leitura e confira!

O que é o hipotireoidismo?

O hipotireoidismo (tireoide hipoativa) é uma condição médica em que a glândula tireoide não produz hormônio tireoidiano suficiente para o funcionamento normal do corpo.

A glândula tireoide está localizada no pescoço, perto da base da garganta. A saber, ela produz hormônios que ajudam a controlar alguns dos processos metabólicos do corpo, como frequência cardíaca, pressão sanguínea, temperatura corporal e peso.

Enquanto algumas pessoas têm tireoides hipoativas, outras têm tireoides hiperativas (hipertireoidismo). Esta condição tem diferentes causas, sintomas e tratamentos.

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Quais os sintomas?

O hipotireoidismo pode se desenvolver ao longo de muitos anos sem apresentar nenhum sintoma. Quando os sintomas aparecem, eles podem variar de pessoa para pessoa.

Alguns sintomas afetam sua aparência, por exemplo:

  • ganho de peso
  • rosto inchado e pálido
  • cabelos e unhas quebradiços, queda de cabelo
  • pele seca e fria

Outros sintomas afetam como você se sente, por exemplo:

  • cansaço
  • ser incapaz de tolerar o frio
  • dor muscular
  • constipação
  • dor de cabeça
  • frequência cardíaca lenta
  • períodos menstruais mais intensos ​​do que o normal

Os sintomas também podem afetar a forma como você pensa, por exemplo, o hipotireoidismo também pode afetar a sua:

  • memória
  • atenção
  • humor 

Algumas pessoas podem ter sintomas de hipotireoidismo sem qualquer anormalidade em seus níveis hormonais. Esses sintomas podem ter diferentes causas além do hipotireoidismo.

O que causa o hipotireoidismo?

A causa mais comum de hipotireoidismo é um distúrbio autoimune. Isso significa que seu sistema imunológico começa a atacar a si mesmo. Ou seja, faz anticorpos contra a glândula tireóide. 

Outra causa pode ser o tratamento para uma glândula tireoide hiperativa. Isso pode incluir terapia com iodo radioativo ou cirurgia.

Às vezes, também pode ocorrer uma condição chamada hipotireoidismo secundário. É quando sua glândula pituitária para de funcionar. A glândula pituitária, então, não diz mais à glândula tireoide para produzir hormônios tireoidianos.

Recém-nascidos são testados no nascimento para hipotireoidismo. Esta condição deve ser tratada imediatamente. Pode afetar o cérebro e o sistema nervoso do bebê.

Como o hipotireoidismo é diagnosticado?

Por exame físico e exames de sangue. Um exame de sangue da função da tireoide é uma maneira simples e precisa de verificar se a glândula tireoide está funcionando corretamente. 

Além disso, uma tireoide hipoativa é tipicamente associada a um nível de hormônio estimulante da tireoide (TSH) acima do intervalo de referência e um nível de tiroxina (FT4) abaixo do intervalo de referência. 

É razoável fazer um teste de anticorpos da tireoide para confirmar que a causa é autoimune. Outros fatores, como doenças comuns que podem alterar temporariamente as leituras dos exames de sangue, devem ser descartados. 

Alguns medicamentos podem afetar os resultados, por isso é importante informar o seu médico sobre qualquer medicamento que esteja tomando.

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Cuide da sua saúde

Como fica claro, o hipotireoidismo é um distúrbio hormonal que pode afetar diretamente sua saúde e qualidade de vida.

Por isso, fique atento aos seus níveis de hormônios tireoidianos e consulte com seu médico regularmente. Afinal, saúde não é apenas ausência de doenças.

Por fim, espero que tenha compreendido o que é hipotireoidismo e, para mais informações como esta, siga também meu canal do YouTube!

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