Arquivos Uncategorized - dramarynalandim.com.br https://dramarynalandim.com.br/category/uncategorized/ Medicina Preventiva Wed, 26 Mar 2025 13:14:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://dramarynalandim.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-Ativo-6M-32x32.png Arquivos Uncategorized - dramarynalandim.com.br https://dramarynalandim.com.br/category/uncategorized/ 32 32 Síndrome do Ninho Vazio: entendendo seus sentimentos e emoções https://dramarynalandim.com.br/sindrome-do-ninho-vazio/ https://dramarynalandim.com.br/sindrome-do-ninho-vazio/#respond Fri, 21 Mar 2025 12:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=3447 A Síndrome do Ninho Vazio é um daqueles momentos da vida que ninguém prepara a gente para viver.  Ela chega de mansinho, quando os filhos crescem, ganham o mundo e deixam aquela casa cheia de vozes e movimento em um silêncio que machuca. E, mesmo sabendo que criamos nossos filhos para voar, o peito aperta, […]

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A Síndrome do Ninho Vazio é um daqueles momentos da vida que ninguém prepara a gente para viver. 

Ela chega de mansinho, quando os filhos crescem, ganham o mundo e deixam aquela casa cheia de vozes e movimento em um silêncio que machuca. E, mesmo sabendo que criamos nossos filhos para voar, o peito aperta, a cabeça fica confusa e o corpo sente — porque tudo está interligado.

Muitas mulheres chegam até mim relatando essa sensação de vazio, tristeza e até um cansaço profundo. É como se, de repente, a missão da vida perdesse o sentido. E eu sempre digo: isso não é frescura, nem “coisa da cabeça” — é real, tem base fisiológica e precisa ser acolhido. 

Quando o corpo e a mente entram nesse processo, até nossos hormônios reagem. E é por isso que a Síndrome do Ninho Vazio merece atenção e cuidado.

O mais importante é entender que viver essa fase não te torna menos forte ou menos capaz. Pelo contrário. Reconhecer essa dor é um ato de amor-próprio. 

E só assim conseguimos ressignificar o momento e entender que essa pode ser uma fase linda de renascimento e reencontro consigo mesma.

O que é a Síndrome do Ninho Vazio?

A Síndrome do Ninho Vazio acontece quando os filhos saem de casa e, junto com eles, parece que vai embora um pedaço da nossa identidade. Afinal, ser mãe é um papel que ocupa espaço, tempo e energia. 

Quando a rotina muda, sobra um silêncio que grita. Muitas mulheres sentem tristeza, solidão, sensação de inutilidade e até sintomas físicos como insônia, cansaço extremo e dores pelo corpo.

Essa reação não é só emocional. Existe uma resposta fisiológica envolvida. A queda da dopamina e da serotonina — neurotransmissores que regulam o humor e a motivação — acontece porque o cérebro perde estímulos diários que antes eram fonte de prazer e propósito. E, sem essas substâncias, o risco de desenvolver quadros depressivos aumenta muito.

Um estudo publicado na revista The Journal of Family Issues mostrou que mulheres na meia-idade, quando vivenciam a saída dos filhos, têm maior propensão a desenvolver depressão e ansiedade se não tiverem um suporte emocional e social adequado. Por isso, entender o que está acontecendo é o primeiro passo para se cuidar.

As mudanças hormonais intensificam a Síndrome do Ninho Vazio

Além de toda a carga emocional, o corpo da mulher na fase do ninho vazio também passa por uma reviravolta hormonal. 

Muitas chegam a essa fase já no climatério ou menopausa — período marcado pela queda dos hormônios como estrogênio, progesterona e testosterona. Tudo isso influencia diretamente no humor, no sono e na sensação de bem-estar.

O estrogênio, por exemplo, é um dos responsáveis por regular a serotonina, nosso hormônio do prazer. Quando ele cai, não é raro surgirem crises de choro, irritabilidade e até sintomas físicos como ondas de calor e insônia. 

A testosterona, que também começa a cair, impacta diretamente na energia, na força muscular e até na libido. E isso contribui para a sensação de estar “perdendo a vitalidade”.

É por isso que eu sempre digo: essa fase não é só emocional, é fisiológica também. O corpo inteiro sente. Mas a boa notícia é que tudo isso tem solução. Com o acompanhamento certo, é possível equilibrar esses hormônios e devolver a força que você sente ter perdido.

Como a alimentação e o intestino influenciam no seu bem-estar emocional

Pouca gente fala sobre isso, mas o intestino também tem um papel enorme na Síndrome do Ninho Vazio. Afinal, 90% da nossa serotonina — o hormônio do bem-estar — é produzida no intestino. Quando ele não vai bem, nada vai bem. E o estresse dessa fase pode causar uma inflamação intestinal silenciosa que piora ainda mais os sintomas emocionais.

Alimentos ultraprocessados, excesso de açúcar e falta de fibras acabam piorando esse cenário. O intestino inflama, a produção de serotonina despenca e o resultado é aquele cansaço que parece não ter fim, o sono que não vem e a cabeça que não para. Tudo isso pode te deixar ainda mais vulnerável emocionalmente.

Por isso, cuidar da alimentação e da saúde intestinal faz parte do tratamento. Dietas ricas em vegetais, proteínas de qualidade, gorduras boas e probióticos ajudam muito a recuperar o equilíbrio. E o melhor: esse cuidado se reflete também na energia, na disposição e até na autoestima.

Como ressignificar o ninho vazio e transformar essa fase da vida

Se tem uma coisa que eu aprendi atendendo tantas mulheres, é que a Síndrome do Ninho Vazio pode ser o início de uma nova fase — mais leve, mais sua. Mas, para isso, é preciso se reconectar com você mesma. Parar de olhar só para o que foi perdido e começar a enxergar o que pode ser conquistado.

Aproveite esse momento para olhar para dentro e se perguntar: o que me faz feliz hoje? O que eu sempre quis fazer e deixei de lado? Esse é o momento de resgatar sonhos, cuidar da saúde, investir em você. 

Praticar atividade física, fazer terapia, buscar novos hobbies… tudo isso ajuda a ocupar esse espaço que ficou vazio.

E nunca esqueça: você continua sendo mãe, mesmo que os filhos estejam longe. Mas agora você tem a chance de ser ainda mais: uma mulher inteira, com planos, desejos e vontades próprias.

Leia também::: Energia através da atividade física: os melhores exercícios para mulheres na menopausa

Você não está sozinha e merece viver essa fase com leveza

A Síndrome do Ninho Vazio é real, tem impacto físico e emocional, mas também pode ser o ponto de partida para um novo ciclo cheio de significado. 

Não ignore os sinais que seu corpo e sua mente estão te dando. A tristeza prolongada, o cansaço extremo, a sensação de vazio — nada disso é normal e muito menos precisa ser enfrentado sozinha.

O equilíbrio hormonal, a saúde intestinal e o suporte emocional são fundamentais para você atravessar essa fase com mais leveza. E eu estou aqui para te ajudar nesse processo, com um olhar cuidadoso, respeitando seu tempo e suas necessidades.

Se esse texto tocou o seu coração, se você se reconheceu em cada linha, saiba que existe um caminho de volta para o bem-estar. Agende sua consulta comigo e vamos cuidar de você, da sua saúde e da sua vitalidade. Você merece viver essa fase da vida com plenitude, força e muita leveza.

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Energia através da atividade física: os melhores exercícios para mulheres na menopausa https://dramarynalandim.com.br/melhores-exercicios-para-mulheres-na-menopausa/ https://dramarynalandim.com.br/melhores-exercicios-para-mulheres-na-menopausa/#respond Fri, 24 Jan 2025 12:59:33 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=3326 Já se perguntou quais os melhores exercícios para mulheres na menopausa, afinal manter a energia durante o climatério e a menopausa pode ser um grande desafio. É neste momento que muitas mulheres enfrentam mudanças no corpo, como a redução nos níveis hormonais, aumento da fadiga e até dificuldades em manter uma rotina ativa.  Mas sabia […]

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Já se perguntou quais os melhores exercícios para mulheres na menopausa, afinal manter a energia durante o climatério e a menopausa pode ser um grande desafio. É neste momento que muitas mulheres enfrentam mudanças no corpo, como a redução nos níveis hormonais, aumento da fadiga e até dificuldades em manter uma rotina ativa. 

Mas sabia que a solução pode estar ao alcance dos seus tênis? 

Os melhores exercícios para mulheres na menopausa têm o poder de transformar a disposição, melhorar o humor e trazer aquela energia extra para o dia a dia.

A prática de atividades físicas nesta fase não é apenas uma questão de estética. Com a queda dos hormônios, especialmente o estrogênio e a progesterona, o corpo começa a funcionar de forma diferente, aumentando os riscos de perda muscular, ganho de peso e até mesmo problemas cardiovasculares. 

E é aqui que os exercícios entram como uma verdadeira ferramenta de saúde, ajudando a reverter muitos desses efeitos e proporcionando bem-estar.

Mudanças no corpo durante a menopausa e o impacto na energia

Durante a menopausa, o corpo passa por uma série de alterações hormonais que podem afetar diretamente os níveis de energia. A redução do estrogênio, por exemplo, impacta o metabolismo, a densidade óssea e até o humor. Isso sem contar o aumento da fadiga, que muitas vezes é consequência de noites mal dormidas e desequilíbrios hormonais.

Além disso, há uma perda progressiva de massa muscular chamada sarcopenia, que começa por volta dos 40 anos e se intensifica após a menopausa. Esse processo reduz a força física e a disposição para realizar atividades simples do dia a dia. O metabolismo também desacelera, tornando mais difícil a manutenção do peso e favorecendo o acúmulo de gordura abdominal.

A boa notícia é que essas mudanças não precisam ser enfrentadas passivamente. Os exercícios físicos podem melhorar significativamente a qualidade de vida, ajudando a combater a fadiga e promovendo a regulação hormonal. Estudos mostram que mulheres que praticam exercícios regularmente relatam menos sintomas de menopausa, como insônia e cansaço, além de uma maior sensação de bem-estar.

Benefícios dos exercícios físicos durante o climatério e a menopausa

Os melhores exercícios para mulheres na menopausa vão muito além de queimar calorias. Eles atuam em várias frentes, beneficiando o corpo e a mente. Um dos principais ganhos é a melhora na saúde cardiovascular. Com a queda do estrogênio, o risco de doenças do coração aumenta, mas a prática regular de atividades físicas ajuda a fortalecer o coração e a melhorar a circulação.

Outro grande benefício está na preservação da massa muscular e da densidade óssea. Exercícios de força, como musculação ou pilates, estimulam o fortalecimento dos ossos, reduzindo o risco de osteoporose. Além disso, eles ajudam a manter o tônus muscular, essencial para o equilíbrio e a mobilidade.

A prática de exercícios também impacta diretamente a saúde mental. Atividades como caminhada ou yoga liberam endorfinas, os famosos hormônios do bem-estar, combatendo sintomas de ansiedade e depressão que muitas vezes acompanham essa fase da vida. E quando falamos de energia, é impossível ignorar o poder que uma rotina de exercícios tem em devolver o ânimo e a disposição.

Os melhores exercícios para mulheres na menopausa

Encontrar o exercício ideal depende das necessidades e preferências individuais, mas algumas modalidades se destacam pela segurança e eficácia. Aqui estão as opções mais recomendadas:

1. Musculação:

Fortalece músculos e ossos, prevenindo a sarcopenia e a osteoporose. Pode ser adaptada a diferentes níveis de condicionamento físico, e os benefícios incluem melhora no metabolismo e na postura.

2. Caminhadas:

Simples, acessível e eficiente, a caminhada é excelente para a saúde cardiovascular. Além disso, reduz o estresse e melhora a disposição ao longo do dia.

3. Yoga ou pilates:

Essas práticas combinam alongamento, fortalecimento muscular e controle da respiração, ajudando a aliviar dores, reduzir a ansiedade e melhorar a flexibilidade.

4. Exercícios aeróbicos de baixo impacto:

A natação e o ciclismo são ótimos para quem busca melhorar a resistência sem sobrecarregar articulações, sendo ideais para mulheres com dores ou problemas nas articulações.

5. Treinamento funcional:

Esse tipo de exercício simula movimentos do dia a dia, promovendo força, equilíbrio e coordenação. É uma excelente escolha para quem busca prevenir quedas e melhorar a qualidade de vida.

Estratégias para começar e manter uma rotina de exercícios

Iniciar uma rotina de exercícios pode parecer desafiador, mas o segredo está em começar devagar e respeitar o ritmo do corpo. Para mulheres na menopausa, o acompanhamento de um profissional de saúde é essencial, tanto para avaliar a condição física quanto para personalizar o programa de exercícios.

Outro ponto importante é encontrar atividades que você realmente goste. Mas quando a prática é prazerosa, ela deixa de ser uma obrigação e passa a ser um momento de autocuidado. Além disso, estabeleça metas realistas e celebre cada pequena conquista. Pequenos passos consistentes são muito mais eficazes do que mudanças drásticas que não se sustentam.

Por fim, não ignore o papel da recuperação. Alongamentos e boas noites de sono são tão importantes quanto o exercício em si. Eles ajudam o corpo a se recuperar e garantem que você aproveite ao máximo os benefícios de cada treino.

Leia também::: Fadiga adrenal e reposição hormonal: entendendo a conexão

Recupere sua energia na menopausa

A menopausa não precisa ser sinônimo de cansaço ou falta de energia. Pelo contrário, ela pode ser uma fase de descoberta e fortalecimento, especialmente quando você adota hábitos que promovem a saúde e o bem-estar. 

Ou seja, os melhores exercícios para mulheres na menopausa são aqueles que respeitam o seu corpo, fortalecem sua saúde e trazem mais disposição para aproveitar a vida ao máximo.

Mas se você sente que precisa de orientação para começar essa mudança ou quer um plano personalizado para as suas necessidades, eu estou aqui para ajudar. Agende uma consulta comigo e vamos traçar o melhor caminho para transformar a sua energia e saúde. Você merece viver com plenitude e vitalidade!

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Fadiga adrenal e reposição hormonal: entendendo a conexão https://dramarynalandim.com.br/fadiga-adrenal/ https://dramarynalandim.com.br/fadiga-adrenal/#respond Fri, 20 Dec 2024 11:00:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=3319 Você já se perguntou por que, mesmo dormindo o suficiente, ainda se sente exausta ao longo do dia? Esse cansaço que parece não passar pode não ser apenas fruto do estresse cotidiano, mas sinal de algo mais profundo: a fadiga adrenal.  A fadiga adrenal é um termo usado para descrever o desequilíbrio no funcionamento das […]

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Você já se perguntou por que, mesmo dormindo o suficiente, ainda se sente exausta ao longo do dia? Esse cansaço que parece não passar pode não ser apenas fruto do estresse cotidiano, mas sinal de algo mais profundo: a fadiga adrenal. 

A fadiga adrenal é um termo usado para descrever o desequilíbrio no funcionamento das glândulas suprarrenais, que impacta diretamente os níveis hormonais e a qualidade de vida. Vamos explorar juntos o que isso significa e como a reposição hormonal pode ser uma ferramenta valiosa para recuperar sua energia e bem-estar.

As glândulas suprarrenais são pequenas, mas desempenham um papel enorme no nosso organismo. Elas produzem hormônios como o cortisol, responsável por gerenciar o estresse e manter o equilíbrio energético. Quando essas glândulas ficam sobrecarregadas devido a estresse crônico, dietas desequilibradas ou falta de sono, podem entrar em um estado de exaustão, prejudicando a produção hormonal e causando sintomas debilitantes.

A boa notícia é que você não precisa viver assim. Existem soluções efetivas para tratar a fadiga adrenal, como ajustes no estilo de vida, suplementação e, em alguns casos, a reposição hormonal. Entender as causas e sintomas é o primeiro passo para retomar o controle da sua saúde.

O que é fadiga adrenal?

A fadiga adrenal acontece quando as glândulas suprarrenais, localizadas acima dos rins, não conseguem acompanhar a demanda do corpo por hormônios como o cortisol. Esse hormônio é produzido em resposta ao estresse, mas também regula o metabolismo, o sistema imunológico e os ciclos de sono e vigília.

Com o estresse crônico, as suprarrenais podem entrar em exaustão, resultando em sintomas como fadiga extrema, dificuldade para acordar, falta de foco, queda na imunidade e até mesmo depressão. Um estudo publicado no Journal of Endocrinology demonstrou como o estresse prolongado afeta negativamente as suprarrenais, alterando a produção de cortisol e impactando outros hormônios, como a DHEA (deidroepiandrosterona).

Outro ponto importante é que a fadiga adrenal frequentemente está associada à queda na produção de hormônios sexuais, como estrogênio e progesterona, contribuindo para sintomas da menopausa, oscilações de humor e diminuição da libido.

Como a fadiga adrenal afeta o equilíbrio hormonal

Você sabia que o cortisol é produzido a partir da mesma base hormonal que a progesterona? Quando o corpo está sob estresse, prioriza a produção de cortisol para lidar com as demandas imediatas, reduzindo a disponibilidade de progesterona e outros hormônios sexuais. Isso pode explicar sintomas como insônia, irritabilidade e ciclos menstruais irregulares.

O desequilíbrio no eixo HPA (hipotálamo-hipófise-suprarrenal) é uma das principais causas da fadiga adrenal. Quando esse eixo não funciona corretamente, o corpo perde a capacidade de regular adequadamente os hormônios, levando a uma cascata de sintomas. Além disso, a baixa produção de cortisol também pode afetar a tireoide, reduzindo o metabolismo e contribuindo para o ganho de peso.

A saúde intestinal também está diretamente ligada à fadiga adrenal. O estrogonoma — conjunto de bactérias intestinais que metabolizam o estrogênio — se altera, agravando os sintomas hormonais e dificultando a detoxificação. Por isso, tratar a fadiga adrenal requer uma abordagem integrada, que considere tanto os hormônios quanto a saúde intestinal.

O papel da reposição hormonal no tratamento da fadiga adrenal

A reposição hormonal bioidêntica é uma estratégia eficaz para tratar os desequilíbrios causados pela fadiga adrenal. Ao repor hormônios como progesterona, estrogênio e DHEA, é possível aliviar sintomas como fadiga crônica, insônia e baixa libido. Estudos como o publicado no Menopause Journal mostram que a reposição hormonal melhora significativamente a qualidade de vida de mulheres na menopausa.

No entanto, a reposição hormonal não é uma solução única. Ela deve ser personalizada, levando em conta o perfil hormonal, o estilo de vida e os sintomas de cada paciente. Por exemplo, mulheres com fadiga adrenal podem se beneficiar de doses menores de progesterona à noite, para melhorar o sono e reduzir os níveis de estresse. Já a suplementação de DHEA pode ajudar a restaurar os níveis de energia e a força muscular.

Outro ponto importante é que a reposição hormonal será com mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada, atividade física e técnicas de manejo do estresse. Apenas uma abordagem integrada pode garantir resultados duradouros.

Ajustes no estilo de vida: um pilar essencial

Nenhuma terapia hormonal terá êxito sem ajustes no estilo de vida. Para recuperar as glândulas suprarrenais, é fundamental adotar hábitos que reduzam o estresse e promovam o equilíbrio hormonal. Um dos primeiros passos é priorizar o sono de qualidade. Dormir entre 7 e 9 horas por noite, em um ambiente escuro e silencioso, ajuda a regular o ciclo circadiano e a produção de cortisol.

A alimentação também desempenha um papel crucial. Inclua alimentos ricos em vitaminas do complexo B, magnésio e vitamina C, que apoiam as suprarrenais. Evite estimulantes como café em excesso e açúcares refinados, que sobrecarregam ainda mais o sistema. Alimentos como abacate, nozes e vegetais de folhas verdes são aliados poderosos.

A prática regular de atividade física deve ser moderada e adequada ao nível de energia da paciente. Exercícios intensos podem agravar a fadiga adrenal. Prefira atividades como yoga, pilates ou caminhadas ao ar livre, que promovem relaxamento e reduzem os níveis de cortisol.

Leia também::: Burnout versus cansaço comum: como reconhecer os sinais e quando procurar ajuda

Redescubra sua energia e vitalidade

A fadiga adrenal não é algo que você precisa aceitar como parte da vida. Embora o estresse e o desequilíbrio hormonal possam parecer desafios insuperáveis, há caminhos seguros e eficazes para resgatar sua energia, melhorar sua qualidade de vida e se sentir plena novamente. 

Ao compreender como o sistema endócrino funciona e buscar intervenções personalizadas, você pode não apenas superar os sintomas, mas também redescobrir uma versão mais equilibrada e fortalecida de si mesma.

Se você sente que o cansaço está comprometendo sua rotina, que os sintomas estão interferindo no seu bem-estar e que já tentou de tudo sem sucesso, pode ser hora de olhar mais de perto para sua saúde hormonal. 

Estou aqui para ajudar você nesse processo, com uma abordagem cuidadosa, embasada em ciência e pensada para suas necessidades.

Agende uma consulta e dê o primeiro passo para recuperar sua energia e viver com mais vitalidade. Clique no link abaixo para marcar sua consulta ou entre em contato diretamente pelo WhatsApp. Estou pronta para ouvir você e ajudar a transformar sua saúde. 

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Diferença entre\ fome e vontade de comer: você conhece? https://dramarynalandim.com.br/diferenca-entre-fome-e-vontade-de-comer-voce-conhece/ https://dramarynalandim.com.br/diferenca-entre-fome-e-vontade-de-comer-voce-conhece/#respond Thu, 21 Jan 2021 15:58:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=772 A diferença entre a fome e vontade de comer, embora seja uma velha conhecida de muitas pessoas, nem sempre é identificável na hora em que chega. Ao bater o impulso por consumir um item alimentício, nem sempre relacionamos exatamente qual vazio pretendemos preencher. Será uma deficiência de nutrientes? Nosso organismo de fato está necessitando de […]

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A diferença entre a fome e vontade de comer, embora seja uma velha conhecida de muitas pessoas, nem sempre é identificável na hora em que chega.

Ao bater o impulso por consumir um item alimentício, nem sempre relacionamos exatamente qual vazio pretendemos preencher.

Será uma deficiência de nutrientes? Nosso organismo de fato está necessitando de alimentos? Ou trata-se apenas de uma reação emocional a estímulos?

Hoje, vou tratar desse assunto tão importante para os dias atuais.

O que é a fome?

A fome é uma necessidade fisiológica assim como a vontade de urinar, o sono e o impulso sexual. Isso significa que o próprio organismo envia sinais de que precisa se nutrir ao seu cérebro.

Afinal, nutrientes são necessários para que tenhamos energia, disposição e que nossos órgãos funcionem ordenadamente.

Logo, os sinais de fome são muito evidentes. Entre eles, podemos citar:

  • Leve sinal de tontura;
  • Dores de cabeça;
  • Falta de concentração;
  • Leve mau humor;
  • Desconforto gástrico;
  • Roncos abdominais

Esses são sintomas que o corpo pede comida e devem ser respeitados!

Muitas vezes, sequer esperamos por esses sinais para comer, o que tem seu lado positivo e negativo.

Ao ingerir alimentos antes de sentir fome, diminuímos as chances de comer demais.

No entanto, pode ser que não aproveitemos tão bem os momentos que o organismo pede pela comida. É importante distinguir bem isso.

Fique atento: a fome não escolhe o alimento

Quando dizemos que estamos com “fome de macarronada”, ou de pizza, ou qualquer outro item, é preciso acender o alerta vermelho!

A fome indica a necessidade de algum elemento que a célula está pedindo para ser nutrida.

Por outro lado, a vontade de comer está mais relacionada à satisfação que um tipo de alimento pode trazer. Em geral, são alimentos prejudiciais à saúde, ricos em calorias vazias ou de baixa qualidade nutricional.

A vontade de comer costuma ser desencadeada por algo emocional. Pode ser estresse? Com certeza! Quando a pessoa sente que passa muitas horas trabalhando e, ao final do dia, busca uma recompensa no alimento calórico que satisfaz o paladar, mas, não nutre o organismo.

Isso pode gerar compulsao alimentar e fome oculta. O estômago fica cheio de comida, porém, o organismo não fica nutrido.

O que nutre a célula é a fome, quando o indivíduo escolhe alimentos bons para a saúde a fim de saciar suas necessidades nutricionais. Enquanto isso, a vontade de comer potencializa a ingestão de alimentos que engana, não nutre a célula, libera neurotransmissores momentâneos de prazer e gera dependência.

Enquanto a fome é benéfica, a vontade de comer vai contra a fisiologia humana, pois gera desconforto e dependência de algum alimento.

Suprir com alimentos o que falta internamente nunca foi a solução

Caso seja essa a questão, é preciso desenhar estratégias para resolver o que é necessidade da alma.

Pode ser um silenciamento, uma boa gestão do estresse, um bom degustar um alimento…

Comer consciente equilibra a mente! Mastigar o alimento com tempo para que o organismo possa digeri-lo comunica ao sistema digestivo os primeiros sinais de saciedade.

Por isso, defendo tanto a medicina do corpo inteiro. Quando compreendemos os sinais que nosso corpo envia e saciamos da maneira correta, atingimos o equilíbrio.

Espero que este artigo tenha evidenciado a diferença entre fome e vontade de comer.

Para saber mais, assista ao vídeo abaixo e aproveite para se inscrever em meu canal do YouTube.

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O que é esteatose hepática? https://dramarynalandim.com.br/o-que-e-esteatose-hepatica/ https://dramarynalandim.com.br/o-que-e-esteatose-hepatica/#respond Mon, 11 Jan 2021 23:27:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=714 A esteatose hepática é muito conhecida como gordura no fígado. No entanto, essa gordura não é a responsável pela barriga protuberante. Mas, sim, é silenciosa e pode esconder enormes perigos à saúde. Mesmo pessoas magras podem sofrer com esse mal. Continue até o final para saber mais. As origens da doença A esteatose hepática é […]

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A esteatose hepática é muito conhecida como gordura no fígado. No entanto, essa gordura não é a responsável pela barriga protuberante.

Mas, sim, é silenciosa e pode esconder enormes perigos à saúde. Mesmo pessoas magras podem sofrer com esse mal. Continue até o final para saber mais.

As origens da doença

A esteatose hepática é um acúmulo de gordura nas células do fígado, também chamada de Infiltração gordurosa do fígado ou doença gordurosa do fígado.

Ela pode ser dividida em doença gordurosa alcoólica do fígado (quando há abuso de bebida alcoólica) ou doença gordurosa não alcoólica do fígado, quando não existe história de ingestão de álcool significativa.

Causas

A esteatose hepática pode ter várias causas:

  • Abuso de álcool.
  • Hepatites virais.
  • Diabetes.
  • Sobrepeso ou obesidade.
  • Alterações dos lípides, como colesterol ou triglicérides elevados.
  • Drogas, como os corticoides.
  • Causas relacionadas a algumas cirurgias para obesidade.

Em média uma em cada cinco pessoas com sobrepeso desenvolvem esteatohepatite não alcoólica.

Diagnóstico

O paciente pode apresentar alterações em exames de sangue relativos ao fígado, já que a esteatose hepática é a causa mais comum de elevação das enzimas do fígado em exames de sangue de rotina.

Além disso, o aumento do fígado pode detectado no exame físico realizado pelo médico, ou ainda por métodos de imagem, como a ultrassonografia de abdômen, tomografia ou ressonância magnética.

Também pode haver suspeita de esteatose quando o paciente apresenta obesidade central (aumento do diâmetro da cintura em relação ao quadril).

Como a doença evolui?

A esteatose hepática é comum nos pacientes com sobrepeso, obesos ou diabéticos. Em parte desses pacientes, uma inflamação das células hepáticas associada à esteatose pode estar presente, lembrando a hepatite alcoólica, e que é chamada de esteato-hepatite.

Se não controlada, a esteato-hepatite não alcoólica tem o potencial de evoluir para a cirrose hepática em alguns pacientes. É preciso realizar exames para que seja avaliado o risco de progressão da doença.

A boa notícia: a esteatose é tratável!

A esteatose hep​ática e a esteato-hepatite são doenças reversíveis. O manejo da esteatose requer a Identificação e possível tratamento específico da causa da infiltração gordurosa, bem como uma avaliação e orientação multidisciplinar.

Isso inclui acompanhamento médico e uso de medicamentos, em casos especiais, acompanhamento nutricional e atividade física programada.

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Qual é a importância do estresse? https://dramarynalandim.com.br/qual-e-a-importancia-do-estresse/ https://dramarynalandim.com.br/qual-e-a-importancia-do-estresse/#respond Mon, 04 Jan 2021 14:15:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=711 Recebo em meu consultório muitos pacientes preocupados com a questão do estresse. Escrevo este artigo principalmente por entender que essa é uma dor bastante recorrente. Afinal, nos dias atuais, somos submetidos a uma enorme carga de estresse. É nosso papel gerenciar esse impacto a fim de que nossa saúde não seja prejudicada. Compreender o papel […]

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Recebo em meu consultório muitos pacientes preocupados com a questão do estresse.

Escrevo este artigo principalmente por entender que essa é uma dor bastante recorrente. Afinal, nos dias atuais, somos submetidos a uma enorme carga de estresse. É nosso papel gerenciar esse impacto a fim de que nossa saúde não seja prejudicada.

Compreender o papel do estresse no organismo ajuda a compreender como dominar essa sensação. Leia até o final para entender a importância do estresse e como usá-lo a seu favor.

De onde vem o estresse?

Essa pergunta parece simples, mas, não é.

O estresse é uma reação natural no ser humano diante de uma situação de perigo. Sem essa reação, provavelmente, nossa espécie não teria atravessado milênios. A ativação do estado de alerta era útil aos nossos antepassados para correr de situações de perigo ou mesmo resolver um problema em tempo hábil.

Da mesma maneira, o estresse também é útil até hoje. Por exemplo, ao ouvir o bebê chorar, prontamente reagimos para saber o motivo do choro e suprir aquela necessidade. Esse comportamento também garante a perpetuação da espécie.

Ao deparar-se com uma situação de perigo, os níveis de cortisol e adrenalina rapidamente são elevados e fazem que o cérebro tome uma atitude: escolher entre lutar ou correr.

No entanto, hoje, super estimulamos esses hormônios de forma que o organismo tende a ficar esgotado, o que pode gerar um desequilíbrio.

Quando atingimos picos de cortisol por várias vezes ao dia, ou por muitos dias seguidos, o corpo não é mais capaz de produzir esse hormônio, o que também é um problema.

Quando a glândula adrenal fica exaurida e não é mais capaz de produzir o cortisol, nossa orquestra hormonal fica desafinada.

Por isso, o cortisol deve manter-se em níveis adequados. Nem muito alto, nem muito baixo.

Como controlar o estresse?

Durante o dia, precisamos de níveis de cortisol mais altos para manter as atividades de rotina em equilíbrio. Mas, durante a noite, é importante que fiquem baixos para que seja favorecida a produção da melatonina, hormônio que favorece o sono.

Quando despertamos durante a manhã, o ciclo circadiano por si só faz que o cortisol suba aos poucos e a melatonina caia. Por isso, é importante manter um ambiente bem escuro para dormir, mas, deixar uma fresta de cortina que permita a entrada de luz pela manhã.

Para equilibrar os níveis de estresse, recomendo fazer atividades relaxantes:

  • Yoga;
  • Pilates;
  • Manter contato com a natureza;
  • Meditar;
  • Caminhar;
  • Ficar perto de quem gosta;
  • Curtir um animal de estimação.

Sempre que possível, recomendo que pegue sol pela manhã para ativar o hormônio D, responsável pela regulação de muitos outros hormônios no organismo durante todo o dia.

Assim, também os níveis do hormônio dopamina, responsável pelo prazer e bem-estar, irão manter-se saudáveis. Tudo isso contribui para o nível equilibrado do cortisol.

Eu espero que com este artigo você entenda  por que o estresse é importante. Para saber mais, assista ao vídeo abaixo e aproveite para se inscrever em meu canal do YouTube.

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Quais os benefícios dos probióticos para o organismo? https://dramarynalandim.com.br/quais-os-beneficios-dos-probioticos-para-o-organismo/ https://dramarynalandim.com.br/quais-os-beneficios-dos-probioticos-para-o-organismo/#respond Mon, 28 Dec 2020 14:12:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=708 Os benefícios dos probióticos para o organismo são amplamente divulgados. Mesmo assim, recebo muitas dúvidas sobre o assunto tanto em meu consultório quanto em minhas redes sociais. Para te ajudar a entender esse assunto, preparei este artigo bem completo abordando os probióticos. Continue até o final. Afinal, o que são os probióticos? Chamamos os probióticos […]

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Os benefícios dos probióticos para o organismo são amplamente divulgados.

Mesmo assim, recebo muitas dúvidas sobre o assunto tanto em meu consultório quanto em minhas redes sociais.

Para te ajudar a entender esse assunto, preparei este artigo bem completo abordando os probióticos. Continue até o final.

Afinal, o que são os probióticos?

Chamamos os probióticos de “bactérias do bem”. Agrupadas, elas desempenham vários tipos de funções em órgãos específicos. Os probióticos estão presentes na vagina, na bexiga, no intestino e até na pele, que pode ser considerado o maior órgão humano.

Em cada local contam com um papel específico. No intestino, ajudam a controlar o sistema imunológico, aumentam a serotonina, permitem o bom funcionamento da permeabilidade intestinal e ajudam o organismo a produzir vitaminas. A vitamina K, importante para a manutenção da saúde dos ossos e dos vasos sanguíneos, é produzida no intestino através da ação dos probióticos.

Na pele, é importante para manter a sua integridade. Na vagina, é fundamental para compor o ácido láctico, responsável pelo controle de bactérias causadoras de doenças.

Por isso, é importante manter a quantidade de probióticos de forma satisfatória.

O equilíbrio entre as bactérias

Muita gente tem desequilíbrio entre as bactérias do bem e as más bactérias.

Devemos lembrar que somos apenas 10% humanos: somos imersos em bactérias, vírus, fungos e protozoários que vivem conosco de forma simbiótica.

Enquanto aproveitamos os benefícios deles para a nossa homeostase, eles também retiram do nosso organismo o que precisam para viver.

Mas, de acordo com a alimentação, os medicamentos, os níveis de estresse e o ciclo circadiano, a concentração de bactérias boas pode ficar mais baixa e as bactérias nocivas aumentarem.

Esse desequilíbrio gera total alteração no organismo, aumentando os níveis de doenças, infecções, desregulando também o sistema neurológico e trazendo sintomas de depressão e ansiedade.

A falta de probióticos pode favorecer situações como a candidíase, por exemplo, cuja causa se dá pela proliferação do fungo da candida, que já vive em nosso organismo e nada faz de mal caso não tenha sua multiplicação desordenada.

Aplicabilidade de probióticos

Existem cepas específicas de probióticos para diferentes problemas de saúde, tais como:

  • Obesidade,
  • Disbiose intestinal;
  • Cosntipação;
  • Diarreia;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Dermatites;
  • Queda de cabelo;
  • Ansiedade e depressão.

Por isso, é muito importante manter os níveis adequados de probióticos variados no organismo. Vejo muitas pessoas consumindo um único tipo de probiótico durante muito tempo, algo que não recomendo.

Assim como existe a disbiose intestinal devido à falta de probióticos, também pode ocorrer pelo excesso. Na vida, sempre o equilíbrio é importante, e os probióticos exercem papel essencial para esse equilíbrio.

Opções como kefir, kombucha, iogurtes naturais, hucrute entre outros, são facilmente encontrados e podem ser cultivados sem maiores habilidades. No entanto, eu recomendo que consulte um médico para avaliar quais probióticos podem ser mais interessantes para o seu organismo.

Espero com este artigo ter explicado os benefícios dos probióticos para o organismo. Para saber mais, assista ao vídeo abaixo e aproveite para se inscrever em meu canal do YouTube.

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Qual é a diferença entre envelhecer e ficar velho? https://dramarynalandim.com.br/qual-e-a-diferenca-entre-envelhecer-e-ficar-velho/ https://dramarynalandim.com.br/qual-e-a-diferenca-entre-envelhecer-e-ficar-velho/#respond Mon, 21 Dec 2020 14:09:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=705 Muitas pessoas não sabem, mas, existe uma grande diferença entre envelhecer e ficar velho. A passagem do tempo é inexorável para todos nós. Não há nada que possamos fazer para impedir o avanço dos anos. No entanto, há muito a fazer para manter a qualidade de vida enquanto envelhecemos. Temos a ideia ilusória de que […]

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Muitas pessoas não sabem, mas, existe uma grande diferença entre envelhecer e ficar velho. A passagem do tempo é inexorável para todos nós. Não há nada que possamos fazer para impedir o avanço dos anos.

No entanto, há muito a fazer para manter a qualidade de vida enquanto envelhecemos.

Temos a ideia ilusória de que perda de memória, dores nas articulações e diversas doenças são consequências do avanço da idade e que nada podemos fazer para impedi-las. Hoje, quero falar sobre idade cronológica e idade biológica, duas variáveis que podem não estar relacionadas.

A quantidade de aniversários nem sempre precisa refletir no bom funcionamento do nosso corpo. A seguir, descubra o porquê.

Idade cronológica X Idade biológica

Podemos comparar a idade cronológica e a idade biológica ao tempo de fabricação e ao estado de conservação.

Quanto melhor cuidarmos do nosso organismo ao longo da vida, menores as chances do “estado de conservação” ser negativo. Assim, as chances de desenvolver desconfortos e doenças também reduzem bastante.

Mas, atenção. Conservar o organismo saudável está altamente relacionado aos bons hábitos de vida, tais como:

  • Alimentar-se da forma mais natural e equilibrada possível;
  • Investir em boas noites de sono;
  • Praticar atividades físicas regularmente;
  • Ter exposição ao sol sempre que possível;
  • Manter a regularidade nas consultas médicas e exames, a fim de identificar possíveis desequilíbrios e agir a tempo de revertê-los.

Quando começa o envelhecimento?

O declínio hormonal do organismo inicia muito cedo. Entre os 18 e os 22 anos, as células já perdem a sua capacidade de reprodução com exatidão. É claro que, nessa idade, os efeitos da perda da potência da telomerase no organismo é muito sutil, mas isso é intensificado com o passar do tempo.

A telomerase é uma enzima que garante a reprodução celular com o máximo de saúde e qualidade. No entanto, conforme o seu desgaste natural, baseia-se o envelhecimento de células e por consequência dos tecidos, que passam a multiplicar essas células modificadas pelos efeitos do envelhecimento.

É possível saber a idade biológica?

Sim! Hoje, temos exames que demonstram que pacientes bastante jovens, por volta dos 30 anos, contam com o funcionamento fisiológico de idosos acima dos 50. Enquanto pessoas nessa faixa etária também podem estar com o organismo funcionando de maneira semelhante a um jovem de 25.

Isso porque são comparados os parâmetros biológicos às pessoas da mesma idade, tais como: gênero, tipo físico, metabolismo, entre outras especificidades.

E o que separa a idade cronológica da idade biológica? Os cuidados com a qualidade de vida! O envelhecimento não deve jamais ser um vilão da saúde, mas sim, devemos nos cuidar para aproveitar o melhor da vida em qualquer fase.

Quem quiser envelhecer sem ficar velho, seja em aparência, mentalidade ou saúde, deve fazer de suas escolhas verdadeiras aliadas da sua juventude e felicidade.

Eu espero que este artigo seja esclarecedor para mostrar as diferenças entre idade biológica e idade cronológica. Continue acompanhando as minhas redes sociais para saber mais sobre saúde.

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Como manter o equilíbrio nas festas de fim de ano? https://dramarynalandim.com.br/como-manter-o-equilibrio-nas-festas-de-fim-de-ano/ https://dramarynalandim.com.br/como-manter-o-equilibrio-nas-festas-de-fim-de-ano/#respond Mon, 14 Dec 2020 14:05:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=702 Manter o equilíbrio nas festas de fim de ano é um desafio para muitas pessoas. São diversos os convites para confraternizações de todo tipo: em família, grupos de amigos, trabalho… Mas, será que é possível aproveitar todos esses momentos de forma saudável? Muitos temem colocar a perder todo o empenho em relação aos exercícios físicos […]

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Manter o equilíbrio nas festas de fim de ano é um desafio para muitas pessoas.

São diversos os convites para confraternizações de todo tipo: em família, grupos de amigos, trabalho… Mas, será que é possível aproveitar todos esses momentos de forma saudável?

Muitos temem colocar a perder todo o empenho em relação aos exercícios físicos e alimentação durante o ano, recuperando o peso perdido e até ganhando mais.

Separei algumas recomendações para quem deseja passar o fim de ano mantendo a saúde, o peso saudável e o bem-estar.

Moderação em primeiro lugar

Se você já cultivou bons hábitos de vida durante todo esse ano, não há por que se preocupar. O consumo de alimentos gordurosos, açucarados ou muito condimentados não chega a ser um problema para o organismo quando ocorre ocasionalmente.

A natureza é sábia e, quando o corpo não está sobrecarregado, sabe livrar-se desses excessos de forma fisiológica.

Porém, como as confraternizações podem ser sequenciais, é importante ser seletivo com carboidratos e açúcares. Quando muitas dessas opções são apresentadas em uma mesma refeição, é interessante escolher apenas um deles.

Também recomendo que mude a mentalidade do “comer até satisfazer todos os desejos”. Saiba respeitar o seu corpo e consuma apenas até sentir-se saciado. Esse limite é importante para não sobrecarregar o organismo.

Siga com o seu plano alimentar

Nos dias em que nenhuma confraternização está prevista, a sua alimentação deve ser a mais equilibrada quanto o possível. Caso já tenha passado por um processo de adequação alimentar, siga com esse plano.

Quanto mais nutrido e equilibrado estiver o seu corpo, menores as chances de que sofra as consequências da alimentação mais gordurosa do fim de ano.

Isso vale tanto em questão de nutrientes, vitaminas e minerais, que devem ser proporcionados em níveis ideais, quanto na questão dos horários de se alimentar. Assim, evita que o metabolismo sofra muitas alterações.

Prefira alimentos magros

Muitas vezes, as pessoas culpam o excesso de carboidratos das confraternizações. Porém, essas ocasiões também contam com opções como saladas ou pratos à base de vegetais.

Opções com folhas, oleaginosas e carnes assadas ou grelhadas costumam ser saborosas e não prejudicam a saúde.

Cuidado com as bebidas alcoólicas

Sabia que as bebidas alcoólicas são altamente calóricas e tem um poder intoxicante para o organismo? Muitas pessoas não se atentam a esse fato, preocupando-se apenas com os alimentos sólidos, e acabam exagerando.

Atenção especial com os destilados de alta concentração alcoólica e calórica. Consuma com moderação, preferencialmente apenas um tipo de bebida e alternando com o consumo de água para não ficar desidratado.

Exagerou? Faça um detox

Os efeitos dos exageros alimentares são facilmente sentidos no dia seguinte. Por isso, especialmente após a noite de Natal ou de revéillon, é importante investir em uma alimentação leve e muita água.

Um suco detox, com folhas verdes e limão, pode auxiliar o organismo a eliminar os excessos, devolvendo mais rapidamente o bem-estar.

Aposte, também, em alimentos termogênicos, valiosos para a regulação metabólica, tais como gengibre, limão, canela, cúrcuma.

Lembre-se: é muito difícil engordar em uma única noite. Cuide para não fazer desse período um momento de compensar alguma frustração. A sabedoria em se alimentar deve fazer parte de todas as fases da vida e também do ano.

Espero que com este artigo você entenda a importância do equilíbrio alimentar nas festas de fim de ano.

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Mitos sobre o colesterol que merecem cair pelo bem da sua saúde https://dramarynalandim.com.br/mitos-sobre-o-colesterol/ https://dramarynalandim.com.br/mitos-sobre-o-colesterol/#respond Mon, 07 Dec 2020 14:03:00 +0000 https://dramarynalandim.com.br/?p=699 Os mitos sobre o colesterol acabam por prejudicar a saúde das pessoas. Ao identificarem os altos níveis dessa molécula no organismo, tendem a ficar desconfortáveis e buscar recursos para baixá-lo. Isso se deve por causa do enorme desconhecimento a respeito das funções que o colesterol exerce no organismo. Por exemplo, poucos sabem que o colesterol […]

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Os mitos sobre o colesterol acabam por prejudicar a saúde das pessoas. Ao identificarem os altos níveis dessa molécula no organismo, tendem a ficar desconfortáveis e buscar recursos para baixá-lo.

Isso se deve por causa do enorme desconhecimento a respeito das funções que o colesterol exerce no organismo.

Por exemplo, poucos sabem que o colesterol é uma molécula que o nosso corpo produz. Cerca de 85% do colesterol vem do próprio organismo, apenas 15% vem de fontes alimentares. É uma molécula importantíssima para a vida! Ela reveste as membranas celulares de praticamente todas as células do corpo, sem contar que para o sistema nervoso central, é matéria prima para a formação da bainha de mielina, uma estrutura que protege os neurônios.

Infelizmente, por muito tempo, nós aprendemos que o colesterol é vilão da saúde.

No entanto, existem momentos em que o colesterol pode ser prejudicial e momentos em que não, conforme veremos a seguir.

Colesterol alto é ruim?

O colesterol alto é preocupante, sim, mas não pelo seu excesso em si.

Se os níveis de colesterol estão altos, significa que existe deficiência hormonal. O colesterol é matéria-prima para a formação dos nossos hormônios.

Principalmente, os hormônios androgênicos, responsáveis pela vitalidade dos músculos, dos ossos, dos vasos sanguíneos, da parte reprodutora.

Assim, o excesso de colesterol pode identificar em nós essa falta de produção hormonal, ou mesmo, a utilização de fármacos que tem ação hormônio-símile e que acabam bloqueando a produção natural de hormônio. Tal como os anticoncepcionais.

Os riscos do colesterol

O grande risco do colesterol é quando existe uma inflamação no sangue, principalmente, à base de glicose, quando a nossa alimentação é rica em carboidratos e açúcares refinados. Isso aumenta muito o nível de glicose e insulina. Esses elementos, juntos da hemoglobina glicada no sangue, oxidam a molécula do colesterol. A gente tem duas lipoproteínas de transporte: a LDL, que é a lipoproteínas de baixa densidade, e a HDL, que é uma lipoproteína de alta intensidade. A LDL, muitas vezes tida como o “colesterol ruim”, na verdade apenas é a molécula que transporta a molécula de colesterol, inclusive, levando até o cérebro. Mas, quando nosso corpo está inflamado às custas de glicose e açúcar, nosso corpo oxida essa molécula de LDL. Assim, perde a oportunidade de transportar o colesterol para formar a bainha de mielina e favorece a deposição desse colesterol nas artérias e nos vasos sanguíneos, causando as placas de ateromatose.

Enquanto isso, quando o corpo está inflamado,ele fica mais friável e machucado. Assim como em um dedo inflamável tudo gruda, o mesmo ocorre nos vasos sanguíneos. Esse é o grande problema do colesterol alterado.

Quando existe a inflamação crônica no sangue e essa inflamação deixa o vaso friável.

Quando o sangue não está inflamado, o colesterol não é problema porque está sendo utilizado para nutrir e hidratar as membranas celulares e dos neurônios.

Interpretando o colesterol

É por isso que o colesterol deve ser visto como uma molécula a favor da vida. Muitos alimentos melhoram a produção do colesterol, principalmente, aqueles ricos em gorduras naturais, como abacate, óleo de coco, ovo e azeite.

São alimentos bons para a saúde porque aumentam a produção do colesterol e automaticamente melhoram a hidratação e o bom funcionamento dos neurônios, além da produção hormonal.

O cuidado deve ser com alimentos ricos em açúcares e carboidratos em geral, que alteram a molécula de colesterol e fazem dela uma vilã da saúde.

Lembre-se: só 15% da produção do colesterol vem da alimentação, 85% é natural do corpo conforme a demanda.

Portanto, se está com os níveis altos, veja como está o seu consumo de alimentos industrializados. Preste atenção nos níveis de glicose, hemoglobina glicada e insulina. Preste atenção nos níveis hormonais. A deficiência de DHEA, progesterona, estradiol, testosterona, hormônios da tireoide, aumentam a produção de colesterol porque o organismo vai tentar compensar essa deficiência com maior produção de matéria-prima.

A maioria das mulheres e dos homens acima de 40 anos tem o colesterol alterado, ou seja, uma população com hormônios alterados

Isso gera mais demanda para o colesterol. Precisamos enxergá-lo como amigo da saúde, um mensageiro de que precisamos normalizar os hormônios, em vez de usar medicamentos para baixá-lo. Ouvir o que o corpo mostra de necessidade é essencial aoo equilíbrio da saúde.Os medicamentos usados para baixar colesterol, a maioria deles, ocasiona em dores musculares e problemas de memória. Isso porque a bainha que envolve os nervos , no sistema nervoso central e nos músculos, são prejudicados devido á falta de colesterol.

Espero que este artigo ajude a derrubar esses mitos sobre o colesterol. Para saber mais, assista ao vídeo abaixo e aproveite para se inscrever em meu canal do YouTube:

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